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Cientistas chineses estão trabalhando em pílula que supostamente pode prolongar a vida humana em até 150 anos

Escrito por Fabio Lucas Carvalho
Publicado em 22/11/2025 às 23:24
Atualizado em 22/11/2025 às 23:27
Startup chinesa anuncia pílula que mira células zumbis e pode elevar a longevidade humana para até 150 anos
Startup chinesa anuncia pílula que mira células zumbis e pode elevar a longevidade humana para até 150 anos
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Startup de Shenzhen apresenta pílula baseada em molécula retirada da semente de uva, desenvolvida para atacar células zumbis e potencialmente levar seres humanos a viverem até 150 anos, segundo testes e declarações dos responsáveis pela pesquisa

A Lonvi Biosciences, sediada em Shenzhen e especializada em longevidade e biociência, anunciou a criação de uma pílula voltada para combater as chamadas células zumbis. Essas células envelhecidas não se dividem mais, mas continuam provocando inflamação e afetando o organismo.

A empresa afirma que o novo composto pode, teoricamente, permitir que pessoas vivam até 150 anos. O CEO Ip Zhu destacou que o comprimido não é apenas mais um produto, descrevendo a fórmula como o Santo Graal do antienvelhecimento.

Ele acrescenta que o principal ingrediente do medicamento tem capacidade para aumentar a longevidade e reduzir doenças relacionadas à idade, fortalecendo a saúde em nível celular.

O diretor de tecnologia da Lonvi, Lyu Qinghua, afirmou ao New York Times que viver até os 150 anos é uma projeção realista. Segundo ele, essa possibilidade pode se tornar realidade em poucos anos.

Base científica e resultados em testes

A pílula é formulada a partir da procianidina C1, uma molécula isolada das sementes da uva. Essa substância já havia sido associada a maior sobrevida em roedores, e os testes conduzidos pela empresa reforçaram os achados anteriores.

De acordo com os resultados apresentados, ratos de laboratório tratados com a fórmula viveram 9,4 por cento mais no total. Além disso, a sobrevida aumentou 64,2 por cento a partir do primeiro dia de tratamento.

Mudança de percepção na China

O tema da longevidade tem ganhado destaque no país. Em 2024, a expectativa média de vida na China alcançou 79 anos, cinco anos acima da média global. O crescente interesse de autoridades e da população sugere que esse número pode continuar aumentando.

Gan Yu, cofundador da Time Pie, empresa de Xangai que também pesquisa longevidade, afirma que o cenário mudou rapidamente. Segundo ele, o antienvelhecimento era visto como charlatanismo no passado, mas agora muitos chineses mostram interesse e têm recursos para buscar alternativas que prolonguem suas vidas.

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Fabio Lucas Carvalho

Jornalista especializado em uma ampla variedade de temas, como carros, tecnologia, política, indústria naval, geopolítica, energia renovável e economia. Atuo desde 2015 com publicações de destaque em grandes portais de notícias. Minha formação em Gestão em Tecnologia da Informação pela Faculdade de Petrolina (Facape) agrega uma perspectiva técnica única às minhas análises e reportagens. Com mais de 10 mil artigos publicados em veículos de renome, busco sempre trazer informações detalhadas e percepções relevantes para o leitor.

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