Início Após sofrer críticas constantes pelos reajustes desacerbados nos combustíveis, Petrobras cede e reduz preço da gasolina para as distribuidoras e alivia o bolso do consumidor

Após sofrer críticas constantes pelos reajustes desacerbados nos combustíveis, Petrobras cede e reduz preço da gasolina para as distribuidoras e alivia o bolso do consumidor

21 de julho de 2022 às 10:46
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Fila em posto de gasolina Petrobras – Imagem UOL

A parcela da Petrobras no preço ao consumidor passará de R$ 2,96, em média, para R$ 2,81 a cada litro vendido na bomba.

Após disparadas constantes nos preços dos combustíveis, Petrobras cede a pressão e reduz em R$ 0,20 por litro no valor da gasolina. A partir de ontem (20/07), o preço médio de venda de gasolina da Petrobras para as distribuidoras passou de R$ 4,06 para R$ 3,86 por litro.

De acordo com a Petrobras, considerando a mistura obrigatória de 73% de gasolina A e 27% de etanol anidro para a composição da gasolina comercializada nos postos, a parcela da estatal no preço ao consumidor passará de R$ 2,96, em média, para R$ 2,81 a cada litro vendido na bomba.

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Segundo o informe da Petrobras, a redução acompanha a evolução dos preços internacionais de referência, que se estabilizaram em patamar inferior para a gasolina, e é coerente com a prática de preços da estatal, que busca o equilíbrio dos seus preços com o mercado global, mas sem o repasse para os preços internos da volatilidade conjuntural das cotações internacionais e da taxa de câmbio. 
 
Transparência é fundamental
 
De forma a contribuir para a transparência de preços e melhor compreensão da sociedade, a Petrobras publica em seu site informações referentes à formação e composição dos preços de combustíveis ao consumidor.  A Petrobras convida a visitar precos.petrobras.com.br

Comitê Setorial de Monitoramento do Suprimento Nacional de Combustíveis entra em alerta para possível falta de diesel neste segundo semestre do ano

O tema segurança energética voltou com força total à pauta global. Grande parte dos países enfrenta uma crise no setor, que agrava o quadro econômico que já vinha desfavorável com inflação alta e perspectivas de recessão. Segundo Felipe Kury, ex-diretor da ANP, a guerra entre Rússia e Ucrânia, iniciada em fevereiro deste ano, torna a crise econômica e energética uma crise geopolítica de grandes proporções. Neste contexto desafiador, governos ao redor do mundo buscam alternativas para garantia de fornecimento de energia a preços competitivos, a fim de evitar impactos mais severos em suas economias.

A resposta passa por desde a redução de tributos até subsídios para algumas categorias menos favorecidas com a recém aprovada PEC dos Benefícios Sociais.

Importante destacar que a matriz energética do Brasil é uma das mais diversificadas do mundo, com 44,7% da oferta de energia renovável e 47,7% da energia primária proveniente do petróleo e gás natural.

O Brasil, apesar de estar entre os 10 maiores produtores de petróleo do mundo, ainda depende de importação de seus derivados para atender a demanda interna. Segundo dados da ANP (Agência Nacional de Petróleo), temos necessidade de importar cerca de 415 mil barris/dia.

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