Aos 75 anos, Nilton Vidigal é o retrato do idoso franqueado aposentado que não quer parar: virou dono de Divino Fogão, toca um negócio de pai e filho com o herdeiro e vira símbolo do empreendedorismo 60+, esse avanço da economia prateada que põe gente madura no comando dos próprios restaurantes.
Tem gente que aos 75 anos sonha com a rede, e tem Nilton Vidigal, que sonha com a próxima inauguração. Aposentado da indústria têxtil desde os anos 1990, ele nunca aceitou a ideia de ficar parado. Em vez de descansar, virou empresário do ramo de alimentação e hoje toca restaurantes ao lado do filho.
Segundo o Times Brasil, Nilton é franqueado do Divino Fogão desde 2013 e administra duas unidades da marca em sociedade com o filho, Ricardo. A franquia virou quase toda a renda dele e um legítimo negócio de pai e filho, exemplo de empreendedorismo 60+ que cresce no país.
Quem é o idoso franqueado aposentado Nilton Vidigal
Nilton Vidigal passou boa parte da vida trabalhando na indústria têxtil.
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Quando se aposentou, na década de 1990, não quis viver só do benefício.
Para complementar a renda e se manter ocupado, partiu para o mundo das franquias.
O primeiro negócio foi uma loja de sorvetes, aberta no mesmo ano da aposentadoria.
A história desse idoso franqueado aposentado começou justamente aí, na vontade de seguir produzindo.
Desde então, ele nunca mais largou o balcão.
Do sorvete ao Divino Fogão: a virada do negócio

A marca, especializada em comida de fazenda, era um passo maior do que a sorveteria.
A primeira unidade ficou no Shopping Atrium, em Santo André, no coração do ABC paulista.
Depois veio a segunda, no Santana Parque Shopping, na zona norte da capital de São Paulo.
São, portanto, duas operações do Divino Fogão tocadas pela mesma família.
O idoso franqueado aposentado virou, na prática, um operador de dois restaurantes.
Um negócio de pai e filho, e até de neto
A gestão nunca foi solo.
Segundo o Tribuna Hoje, o filho Ricardo já tinha experiência com franquias e ajudou a estruturar a operação.
Hoje o controle do negócio é dividido entre pai e filho, com participação até do neto.
Esse arranjo transformou a franquia num verdadeiro negócio de pai e filho, que atravessa gerações.
Num negócio de pai e filho assim, cada um cuida de uma frente e a experiência circula.
É a soma da bagagem do mais velho com o fôlego do mais novo.
O que é a economia prateada e por que ela cresce
O caso de Nilton não é isolado, é parte de uma onda.
A chamada economia prateada reúne o consumo e o trabalho da população com mais de 60 anos.
Com o Brasil envelhecendo, essa economia prateada ganha peso a cada ano.
Aposentados que empreendem movimentam serviços, geram emprego e seguem ativos.
Para muita gente, a economia prateada é a chance de unir renda extra e propósito.
Em vez de encostar, esse público virou protagonista de um novo mercado.
Empreendedorismo 60+ e a franquia como porta de entrada
Por que tanta gente madura escolhe franquia em vez de abrir um negócio do zero?
A resposta está na estrutura pronta: marca conhecida, fornecedores e processos já testados.
Para o empreendedorismo 60+, isso reduz risco e encurta a curva de aprendizado.
Uma rede como o Divino Fogão entrega manual, treinamento e suporte de gestão.
No empreendedorismo 60+, esse apoio importa ainda mais para quem está mudando de ramo na maturidade.
Não à toa, o empreendedorismo 60+ vem puxando a procura por franquias acessíveis.
O que o caso do idoso franqueado aposentado Nilton Vidigal mostra
A trajetória de Nilton derruba a ideia de que aposentadoria é ponto final.
Aos 75 anos, ele prova que dá para aprender, gerir e crescer fora da idade dita produtiva.
Mas vale manter o pé no chão.
Empreender não é receita garantida: franquia tem custo, taxa e risco como qualquer negócio.
E nem todo aposentado tem saúde, capital ou um filho parceiro para tocar a empreitada junto.
O exemplo do idoso franqueado aposentado inspira, mas não substitui planejamento financeiro.
Ainda assim, poucos retratam tão bem a economia prateada e o empreendedorismo 60+ em ação.
De operário têxtil a dono de dois Divino Fogão, Nilton fez do trabalho um jeito de não envelhecer parado.
E você, se aposentaria de vez ou tocaria um negócio de pai e filho como esse idoso franqueado aposentado? Comenta aqui se na sua família tem alguém 60+ que, como ele, não pensa em largar o batente.
