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Aos 75 anos, o aposentado da indústria têxtil Nilton Vidigal virou franqueado do Divino Fogão e toca dois restaurantes ao lado do filho no ABC e na capital paulista sem pensar em parar de empreender

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Escrito por Bruno Teles Publicado em 26/06/2026 às 09:27 Atualizado em 26/06/2026 às 09:29
Idoso franqueado aposentado, Nilton Vidigal toca dois Divino Fogão: negócio de pai e filho que é puro empreendedorismo 60+ e economia prateada.
Idoso franqueado aposentado, Nilton Vidigal toca dois Divino Fogão: negócio de pai e filho que é puro empreendedorismo 60+ e economia prateada.
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Aos 75 anos, Nilton Vidigal é o retrato do idoso franqueado aposentado que não quer parar: virou dono de Divino Fogão, toca um negócio de pai e filho com o herdeiro e vira símbolo do empreendedorismo 60+, esse avanço da economia prateada que põe gente madura no comando dos próprios restaurantes.

Tem gente que aos 75 anos sonha com a rede, e tem Nilton Vidigal, que sonha com a próxima inauguração. Aposentado da indústria têxtil desde os anos 1990, ele nunca aceitou a ideia de ficar parado. Em vez de descansar, virou empresário do ramo de alimentação e hoje toca restaurantes ao lado do filho.

Segundo o Times Brasil, Nilton é franqueado do Divino Fogão desde 2013 e administra duas unidades da marca em sociedade com o filho, Ricardo. A franquia virou quase toda a renda dele e um legítimo negócio de pai e filho, exemplo de empreendedorismo 60+ que cresce no país.

Quem é o idoso franqueado aposentado Nilton Vidigal

Nilton Vidigal passou boa parte da vida trabalhando na indústria têxtil.

Quando se aposentou, na década de 1990, não quis viver só do benefício.

Para complementar a renda e se manter ocupado, partiu para o mundo das franquias.

O primeiro negócio foi uma loja de sorvetes, aberta no mesmo ano da aposentadoria.

A história desse idoso franqueado aposentado começou justamente aí, na vontade de seguir produzindo.

Desde então, ele nunca mais largou o balcão.

Do sorvete ao Divino Fogão: a virada do negócio

Idoso franqueado aposentado, Nilton Vidigal toca dois Divino Fogão: negócio de pai e filho que é puro empreendedorismo 60+ e economia prateada.
O salto veio em 2013, quando Nilton entrou para a rede Divino Fogão.

A marca, especializada em comida de fazenda, era um passo maior do que a sorveteria.

A primeira unidade ficou no Shopping Atrium, em Santo André, no coração do ABC paulista.

Depois veio a segunda, no Santana Parque Shopping, na zona norte da capital de São Paulo.

São, portanto, duas operações do Divino Fogão tocadas pela mesma família.

O idoso franqueado aposentado virou, na prática, um operador de dois restaurantes.

Um negócio de pai e filho, e até de neto

A gestão nunca foi solo.

Segundo o Tribuna Hoje, o filho Ricardo já tinha experiência com franquias e ajudou a estruturar a operação.

Hoje o controle do negócio é dividido entre pai e filho, com participação até do neto.

Esse arranjo transformou a franquia num verdadeiro negócio de pai e filho, que atravessa gerações.

Num negócio de pai e filho assim, cada um cuida de uma frente e a experiência circula.

É a soma da bagagem do mais velho com o fôlego do mais novo.

O que é a economia prateada e por que ela cresce

O caso de Nilton não é isolado, é parte de uma onda.

A chamada economia prateada reúne o consumo e o trabalho da população com mais de 60 anos.

Com o Brasil envelhecendo, essa economia prateada ganha peso a cada ano.

Aposentados que empreendem movimentam serviços, geram emprego e seguem ativos.

Para muita gente, a economia prateada é a chance de unir renda extra e propósito.

Em vez de encostar, esse público virou protagonista de um novo mercado.

Empreendedorismo 60+ e a franquia como porta de entrada

Por que tanta gente madura escolhe franquia em vez de abrir um negócio do zero?

A resposta está na estrutura pronta: marca conhecida, fornecedores e processos já testados.

Para o empreendedorismo 60+, isso reduz risco e encurta a curva de aprendizado.

Uma rede como o Divino Fogão entrega manual, treinamento e suporte de gestão.

No empreendedorismo 60+, esse apoio importa ainda mais para quem está mudando de ramo na maturidade.

Não à toa, o empreendedorismo 60+ vem puxando a procura por franquias acessíveis.

O que o caso do idoso franqueado aposentado Nilton Vidigal mostra

A trajetória de Nilton derruba a ideia de que aposentadoria é ponto final.

Aos 75 anos, ele prova que dá para aprender, gerir e crescer fora da idade dita produtiva.

Mas vale manter o pé no chão.

Empreender não é receita garantida: franquia tem custo, taxa e risco como qualquer negócio.

E nem todo aposentado tem saúde, capital ou um filho parceiro para tocar a empreitada junto.

O exemplo do idoso franqueado aposentado inspira, mas não substitui planejamento financeiro.

Ainda assim, poucos retratam tão bem a economia prateada e o empreendedorismo 60+ em ação.

De operário têxtil a dono de dois Divino Fogão, Nilton fez do trabalho um jeito de não envelhecer parado.

E você, se aposentaria de vez ou tocaria um negócio de pai e filho como esse idoso franqueado aposentado? Comenta aqui se na sua família tem alguém 60+ que, como ele, não pensa em largar o batente.

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Bruno Teles

Falo sobre tecnologia, inovação, petróleo e gás. Atualizo diariamente sobre oportunidades no mercado brasileiro. Com mais de 7.000 artigos publicados nos sites CPG, Naval Porto Estaleiro, Mineração Brasil e Obras Construção Civil. Sugestão de pauta? Manda no brunotelesredator@gmail.com

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