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Mini fogão pesa 620g, desmonta, permite cozinhar com gás, álcool ou galhos e promete ser a solução para pessoas que precisam cozinhar, ferver água e grelhar em lugares remotos

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Escrito por Flavia Marinho Publicado em 12/02/2026 às 22:02
fogão compacto - titanio - grelhar - cozinhar - ferver -
Em Hong Kong, a Camprit desenvolveu um fogão de titânio com 5 peças e peso de 620 g para reduzir a carga em deslocamentos, provocando mais autonomia em rotinas de campo e chamando atenção pela multifunção em um kit único.
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Em Hong Kong, a Camprit desenvolveu um fogão de titânio com 5 peças e peso de 620 g para reduzir a carga em deslocamentos, provocando mais autonomia em rotinas de campo e chamando atenção pela multifunção em um kit único.

Um fogão de acampamento pode parecer assunto de lazer. Só que, na prática, esse tipo de equipamento entra como peça de logística em atividades remotas, onde cozinhar e aquecer água faz parte do pacote mínimo para sustentar uma jornada longa como operações fora de base, onde peso e volume viram números que mandam na rotina.

Quando a equipe precisa caminhar, subir, atravessar terreno irregular ou trabalhar longe de qualquer apoio, cada grama extra aparece no fim do dia. E a alimentação, que deveria ser simples, costuma depender de improviso.

É nesse ponto que um kit compacto de titânio, com menos de 700g, chama a atenção. Ele foi pensado para reduzir carga e ainda manter opções de preparo além do básico, sem transformar a mochila em depósito de panelas e acessórios.

Fogão portátil de titânio é ultraleve, desmontável e multifuncional

A Camprit, empresa de equipamentos outdoor de Hong Kong, colocou em campanha no Kickstarter um fogão portátil de titânio desenhado para ser ultraleve, desmontável e multifuncional. A marca já havia apresentado um produto semelhante, o FireNest, e agora aposta em um conjunto que cabe em formato de placa plana.

O kit mira quem tenta cortar peso ao máximo e ainda assim precisa cozinhar, ferver água, grelhar e manter o preparo protegido do vento. Em logística, isso se traduz em menos volume transportado e menos itens separados para inventariar, armazenar e limpar.

O New Atlas apresentou o fogão como uma alternativa compacta para cozinhar na natureza sem ficar restrito a refeições instantâneas, justamente porque o conjunto concentra várias funções no mesmo formato.

Como o design de 5 peças reduz volume, montagem e pontos de falha

O conjunto é formado por cinco componentes de titânio: duas pernas dobráveis e três painéis de cocção. A proposta é montagem simples, com encaixe rápido, e estabilidade em qualquer superfície, segundo os criadores.

O painel base funciona como uma moldura montada sobre as pernas. Ele vira estrutura para apoiar panela ou servir como rack. Em campo, essa modularidade interessa porque substitui múltiplos suportes e reduz o número de peças diferentes circulando na equipe.

Os três painéis não entram como acessórios “extras”. Eles são a lógica do produto. O mesmo elemento que ajuda a grelhar pode virar suporte, quebra vento e área de preparo. Isso reduz pontos de falha e diminui a chance de faltar uma peça específica na hora de montar.

Funções que mudam o uso: grelha, apoio, quebra vento e aquecimento duplo

Os criadores descrevem que o painel sear pode ser usado como frigideira quando a ideia é não carregar panela. Só que o titânio tem comportamento próprio no calor, e isso pesa na decisão de quem trabalha em campo e quer previsibilidade.

O material aquece de forma desigual e não é antiaderente. Para alguns alimentos, como peixe e ovos, ainda pode compensar levar uma frigideira adequada. Em outras palavras, o kit entrega função, mas o tipo de comida e o nível de exigência ditam se o improviso vale.

O painel grill pode atuar como grelha ou como suporte para a fervura. E tanto o grill quanto o sear podem virar quebra vento para proteger a chama. Em logística, quebra vento não é detalhe. Chama instável aumenta consumo de combustível e atrasa rotina.

O recurso mais curioso é a possibilidade de preparo simultâneo. Ao usar um painel na parte inferior, dá para cozinhar no topo enquanto outro alimento assa por baixo. O exemplo citado pelos criadores é fazer carne na parte superior e assar batatas embaixo no mesmo processo.

Compatibilidade com combustíveis e o peso no planejamento operacional

O kit tenta reduzir o risco de dependência de um único combustível. Além de cartuchos tradicionais de gás, ele aceita combustível sólido, queimadores a álcool e pequenos galhos. Em termos práticos, qualquer coisa que queime pode servir.

Para logística, isso entra como flexibilidade de abastecimento. Quando não dá para levar reserva de gás suficiente ou quando a rota é longa, a possibilidade de trocar a fonte de calor muda a estratégia. Ao mesmo tempo, a eficiência real vai variar conforme o tipo de combustível e o ambiente.

Os criadores também destacam uma característica do titânio em uso repetido: os painéis mudam levemente de cor após cada utilização. Isso é descrito como processo natural e seguro. Já a limpeza pode exigir mais esforço, principalmente se algum painel for usado como frigideira.

Números, medidas e o que eles revelam sobre transporte e uso em equipe

O produto tem dois tamanhos. O modelo Mini foi pensado para uso individual e mede 182 x 105 x 12 mm. O modelo Plus mede 272 x 148 x 17 mm e tende a servir melhor quando há mais de uma pessoa envolvida no preparo.

Os painéis têm 1,5 mm de espessura em ambas as versões. No peso, o contraste é direto: o Mini pesa 310 g e o Plus pesa 620 g. Mesmo o maior fica abaixo de 700 g, o que mantém o kit dentro de uma categoria ultraleve.

O fogão abre rápido e trava em um painel plano, fácil de guardar. O Mini pode caber no bolso, segundo a proposta do produto. E há um furo para pendurar o kit do lado de fora da mochila, o que ajuda quando o equipamento está sujo e precisa secar ou ficar acessível.

Esses números explicam o apelo: menos volume, menos peso, montagem rápida e várias funções no mesmo conjunto. Em operações remotas, esse tipo de item costuma ser escolhido não pelo “conforto”, mas por reduzir atrito na rotina e cortar carga em deslocamento.

Um kit desses faria sentido em rotinas de campo e logística remota? Deixe seu comentário.

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Flavia Marinho

Flavia Marinho é Engenheira pós-graduada, com vasta experiência na indústria de construção naval onshore e offshore. Nos últimos anos, tem se dedicado a escrever artigos para sites de notícias nas áreas militar, segurança, indústria, petróleo e gás, energia, construção naval, geopolítica, empregos e cursos. Entre em contato com flaviacamil@gmail.com ou WhatsApp +55 21 973996379 para correções, sugestão de pauta, divulgação de vagas de emprego ou proposta de publicidade em nosso portal.

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