Início Aço bruto – Produção nacional em setembro foi de 2,6 milhões de toneladas, 7,5% mais alto que em 2019

Aço bruto – Produção nacional em setembro foi de 2,6 milhões de toneladas, 7,5% mais alto que em 2019

19 de outubro de 2020 às 08:14
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Produção, aço, aço bruto
Produção de aço bruto

A produção do Brasil de aço bruto teve alta, em comparação ao mesmo período do ano passado. Porém, cai as exportações

A produção de aço bruto do Brasil atingiu 2,6 milhões de toneladas em setembro, um aumento de 7,5% em relação ao mesmo mês no ano passado. As exportações de setembro foram de 756 mil toneladas, ou US$ 379 milhões, o que resultou em queda de 20,9% e 27,4%, respectivamente, na comparação com o ocorrido no mesmo mês de 2019.

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A produção de laminados foi de 1,9 milhão de toneladas, 2,6% inferior à produção de setembro de 2019. A produção de produtos semiacabados para comercialização foi de 456 mil toneladas, queda de 31,9% em relação ao mesmo período do ano passado.

Em comparação com setembro de 2019, as vendas internas aumentaram 11,8%, para 1,8 milhão de toneladas. O consumo aparente de produtos siderúrgicos foi de 1,9 milhão de toneladas, aumento de 8,2% em relação ao mesmo período de 2019.

O volume de exportado em setembro foi de 756 mil toneladas, ou 379 milhões de dólares americanos, uma redução de 20,9% e 27,4% em relação ao mesmo mês de 2019. Em 2020, serão 142 mil toneladas, 171 milhões de dólares, uma redução de 22,9%.

Com relação a produção no mercado interno, a produção de aço recuou 4,7% em relação a agosto, principalmente devido à queda na produção de produtos semiacabados. As vendas internas em setembro aumentaram significativamente em 7,1% em relação ao mês anterior, confirmando a rápida e forte recuperação do mercado interno.

Marco Polo de Mello Lopes, presidente executivo do Instituto Aço Brasil, disse que “As vendas internas de laminados no mês de setembro ficaram 15,5% acima da média das vendas ocorridas em 2018 e 2019. Não procede, portanto, as especulações de que estaria havendo desabastecimento do mercado interno, devido ao retardamento no religamento dos altos fornos do setor e ao incremento das exportações”.

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