TV 3.0 inicia testes em Brasília e promete transformar a televisão aberta brasileira com internet, aplicativos, conteúdo sob demanda, imagem em 4K, som imersivo e implantação gradual nas capitais a partir de 2026
A TV 3.0 começou a testes em Brasília e deve chegar às capitais a partir de 2026, unindo TV aberta, internet, aplicativos, conteúdo sob demanda e melhora da imagem.
TV 3.0 seguirá gratuita
A nova geração da televisão brasileira foi batizada de DTV+ e busca modernizar a experiência do público sem acabar com a gratuidade da TV aberta. A mudança começa em fase experimental e deve avançar aos poucos.
Mesmo com recursos digitais, o sinal tradicional continuará gratuito. A proposta é aproximar a TV aberta da navegação das plataformas de streaming, mas preservando o acesso aberto aos canais.
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A implantação deve ocorrer ao longo dos próximos 15 anos. A expectativa é alcançar cerca de 90 milhões de televisores em todo o país.
A televisão aberta ainda representa cerca de 70% do consumo de vídeo no Brasil. Por isso, a modernização mira um público amplo.

Navegação terá ícones e aplicatvos
Uma das principais mudanças para o telespectador será a forma de encontrar os canais. Em vez da navegação por números, a TV 3.0 terá interface baseada em aplicativos e ícones.
Esse formato será semelhante ao das smart TVs atuais. A tela poderá reunir canais, aplicativos e conteúdos em uma experiência mais visual.
O sistema também permitirá conteúdo sob demanda, diferentes opções de áudio, múltiplos ângulos de transmissão, recomendações personalizadas, enquetes em tempo real e recursos ampliados de acessibilidade.
Com isso, a televisão aberta passa a incorporar funções mais comuns em plataformas digitais, em navegação mais flexível para quem acompanha programação ao vivo.
Imagem em 4K e som imersivo
A TV 3.0 também deve trazer avanço na qualidade de imagem e som. O padrão atual da TV digital brasileira transmite em 1080i, enquanto a nova tecnologia poderá entregar transmissões em 4K.
No futuro, o sistema também poderá chegar ao 8K. Essa evolução depende da adoção das tecnologias mais avançadas previstas para o novo padrão.
O áudio será modernizado com som imersivo e ajustes personalizados. Entre as possibilidades estão a separação entre voz, música e efeitos sonoros.
Conversor será necessário
Os televisores atuais não serão compatíveis automaticamente com a TV 3.0. Para acessar os novos recursos, será necessário usar um conversor, com custo estimado entre R$ 300 e R$ 400.
A tendência é que os futuros aparelhos já saiam de fábrica preparados para a tecnologia. Isso deve facilitar a adoção conforme a indústria avance.
As primeiras transmissões experimentais estão previstas para junho de 2026, inicialmente em Brasília, São Paulo e Rio de Janeiro. A expansão dependerá da adaptação técnica.
Transição pode passar de R$ 20 bilhões
A implantação da TV 3.0 exigirá investimentos bilionários em infraestrutura e adaptação das emissoras. Também dependerá da evolução da indústria.
A estimativa do setor é que a modernização completa da TV aberta brasileira possa custar mais de R$ 20 bilhões ao longo do processo. A trnasição será gradual e deve redesenhar o acesso à programação aberta.
Com informações de Agora no Vale.

Mas a TV digital já não era pra ser “tudo isso”?
Era só incluir todos os canais através fo YouTube e já estava resolvido o problema, que possue Internet em casa, nao ira perder tempo com esta tecnologia, aqui em casa ja nao se assiste mais estes canais de TV aberta faz mais de 12 anos, só transmite **** que nao serve para nada, quem perde tempo em assistir novelas, seção da tarde, luciano e Marcos Mion , conteúdos que nao relevam em nada nossa cultura, mais uma vez gastando nossos impostos em nada relevante
Perca de tempo…a tv digital em 90% do Brasil só chegou através de antenas banda ku…agora essa 3.0 só chega se for do mesmo jeito … nenhuma operadora vai investir em torres no meio do mato… satélite é e será a única solução.