A China, que antes produzia gigantestos volumes de aço, freia produção e exportação da liga metálica e CSN visa momento para aumentar suas vendas internas e externas

Roberta Souza
por
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21-01-2022 19:34:22
em Economia, Negócios e Política
Aço - China - CSN Foto: Reprodução Google Imagens

Com mudança no rumo das exportações da China, a brasileira CSN pode ter destaque no mercado

O governo da China, que há anos focava em produzir gigantescos volumes de aço, não só para que fosse possível suprir a enorme demanda interna do país, que possui a maior população do mundo, mas também para se manter fortemente posicionada no mercado externo, optou por redirecionar as prioridades de seu planejamento e irá diminuir a produção e a exportação de aço.

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Essa decisão poderá ter consequências sobre as exportações de minério de ferro. Porém, até o presente momento a commodity permanece em alta na bolsa de Dalian, na China.

De acordo com a análise de profissionais do Bank of America, o cenário tende a ser mais favorável para as siderúrgicas se comparado às mineradoras. A Companhia Siderúrgica Nacional (CSN), que atua nos dois segmentos, pode sofrer com uma possível queda nas suas vendas de minério de ferro para o exterior. Entretanto, com a China reduzindo as exportações, a CSN poderá ter novas oportunidades de vender aço, o qual possui um maior valor agregado, não só no mercado interno, mas também no mercado externo.

Somente quando as tendências estiverem de fato concretizadas, será possível definir se o resultado final das mudanças na China ampliará ou reduzirá os lucros da CSN. Contudo, o Bank of America continuou recomendando a compra das ações da companhia e aumentou seu preço-alvo (o valor que é esperado que o ativo atinja) de R$ 37 para R$ 45. Na última quarta-feira, dia 19 de janeiro, a cotação das ações da siderúrgica era de R$ 26,41 ás 14h50min.

Sobre a Companhia Siderúrgica Nacional

Fundada em abril de 1941, a CSN foi a primeira produtora integrada de aço plano no Brasil. Atualmente, a companhia atua em cinco setores: siderurgia, mineração, logística, cimento e energia, estando presente em 18 estados brasileiros e também em Portugal e na Alemanha.  

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A campanha Janeiro Branco, que entrou para o calendário da saúde em 2014, convida as pessoas a refletirem sobre a importância dos cuidados e da prevenção ao adoecimento emocional, que já afeta cerca de 1 bilhão de pessoas, de acordo com a Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS). Em um recente estudo realizado pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) e outras seis universidades nacionais, 40% da população brasileira apresentava sentimentos frequentes de tristeza e de depressão, outros 50% da mesma população apresentavam ansiedade e nervosismo constantes. Já em outro levantamento da WTW, o estresse é apontado como o fator que mais impacta a força de trabalho (83%), seguido pela depressão, ansiedade (82%) e sedentarismo (69%). Esses dados evidenciam a necessidade de criar uma cultura de cuidados com a saúde mental também entre as empresas. Confira esta matéria clicando aqui.

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Roberta Souza
Engenheira de Petróleo, pós-graduanda em Comissionamento de Unidades Industriais, especialista em Corrosão Industrial. Entre em contato para sugestão de pauta, divulgação de vagas de emprego ou proposta de publicidade em nosso portal. Não recebemos currículos