Após muitas insinuações, a chinesa famosa por seus smartphones, Xiaomi, entrará no mercado de carros elétricos com sua nova divisão, chamada de Xiaomi EV, que promete produzir modelos com baterias de alta performance
A marca famosa por criar diversos smartphones, gadgets e outros aparelhos tecnológicos, Xiaomi, registrou oficialmente a sua divisão que marca sua chegada no mercado de carros elétricos. De acordo com os fundadores, a marca já está em uma fase significativa de desenvolvimento, agregando mais de 300 funcionários. A empresa chinesa, agora com um setor de carros elétricos, promete desenvolver veículos com baterias de alta performance.
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Xiaomi registra marcas relacionadas a indústria automotiva
Em maio, a Xiaomi, solicitou o registro de marcas ligadas à carros elétricos e aplicou novos investimentos em contratos com engenheiros de software para veículos. As marcas registradas foram: Xiaomi Motors, MiMotors, Xiaomi Auto e MiAuto. As marcas da Xiaomi foram registradas nas categorias de venda de publicidade, transporte e armazenamento. Na época, ficou bem claro as intenções da chinesa, que eram de entrar no setor de carros elétricos.
A expectativa de muitos é que as baterias dos novos carros elétricos carreguem uma fama boa assim como as baterias de seus smartphones. A nova empresa de carros elétricos não recebeu nenhum dos nomes registrados anteriormente e se chamará Xiaomi EV, Inc. Seu capital social é de US$ 1,55 bilhão (R$ 8 bilhões em conversão direta).
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Em março, a chinesa anunciou a intenção de investir US$ 10 bilhões (Mais de R$ 50 bilhões em conversão direta), na produção de carros elétricos nos próximos 10 anos.
Xiaomi investe US$ 77 milhões no mercado automotivo
A nova divisão da empresa tem como chefe um dos fundadores da Xiaomi, Lei Jun. Segundo a chinesa, de fevereiro para cá, a nova divisão já realizou uma extensa pesquisa sobre o público e fez contatos com parceiros no ramo, porém ainda não foi divulgado nenhum protótipo de carro elétrico.
Há algumas semanas, a empresa anunciou uma compra de US$ 77,37 milhões da Deepmotion, uma empresa de direção autônoma, para que a competitividade tecnológica seja aprimorada no setor de carros elétricos.
A Xiaomi terá que focar bastante para que consiga conquistar seu lugar no mercado chinês de carros elétricos, principalmente porque concorrerá com outras gigantes do mercado, como a Xpeng e Nio, além de empresas com um nome conhecido em todo o mundo, como a Tesla e BYD da China, que tem a ajuda de Warren Buffett.
Moto elétrica à hidrogênio da marca chinesa bate recorde de vendas
Em março a empresa anunciou a sua moto elétrica que não utiliza baterias, e sim, hidrogênio para se locomover. O novo modelo, que recebeu o nome de Segway Apex H2, utiliza uma fonte de alimentação híbrida combinando um motor elétrico e endotérmico por meio de um cilindro do combustível de liga sólida, garantindo uma segurança maior e eficácia no momento de usar.
Já em questão de velocidade e potência, a moto elétrica atingirá uma velocidade máxima de 150 km/h. Além disso terá a capacidade de aceleração de 0 a 100 km/h em apenas 4 segundos, com uma potência de 60 kW. A “recarga” da moto elétrica será na troca de botijão e de acordo com a chinesa, a moto hibrida consumirá 1 grama de hidrogênio por quilômetro.
