Xiaomi além de aparelhos tecnológicos, faz investimentos para entrar no mercado de carros elétricos
A grande fabricante de smartphones, Xiaomi, anunciou na terça-feira (30), que fará investimentos de US$ 1,5 bilhão na próxima década em uma subsidiária focada no “negócio de carros elétricos inteligentes”.
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O evento New Product Launch apresentado pela Xiaomi foi dividido em duas partes. Segunda (29) a empresa anunciou a chegada da Mi Band 6, além de cinco novos membros da linha Mi 11. E nesta terça (30), a Xiaomi aproveitou para anunciar o Mi Mix Fold, primeiro modelo dobrável da marca que ostenta alta tecnologia de camêra e sistema de áudio, mas não só isso, a Xiaomi anunciou também que está entrando no negócio de carros elétricos, próximo campo de investimentos da empresa.
A Xiaomi informou em um comunicado ao mercado de ações que a nova unidade terá como líder o bilionário e CEO da companhia Lei Jun. O investimento inicial será de 10 bilhões de yuans (US$ 1,5 bilhão), disse a empresa.
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Concorrentes da Xiaomi no mercado de carros elétricos
Atualmente, diversas empresas do mercado da tecnologia estão pensando em fazer investimentos e atuar no ramo de carros elétricos. A Apple tem apresentado uma ideia mais madura entre todos os concorrentes, inclusive já tem negociado parcerias com empresas conhecidas na categoria de automóveis.
Além da Xiaomi, a Huawei também tem demonstrado interesse em entrar para esse mercado promissor. Fora essas marcas, ainda temos a Tesla, Volkswagen e General Motors, fazendo investimentos no mercado de carros elétricos.
Sobre a Xiaomi
A empresa foi fundada em 2010 pelo empreendedor serial Lei Jun com base na visão de “inovação para todos”. Ela cria hardware, software e serviços de internet excepcionais. A empresa chinesa é uma das maiores fabricantes de smartphones do mundo, mas não para por ai, ela produz uma variedade de aparelhos tecnológicos, incluindo câmeras de segurança domésticas, barbeadores elétricos e escovas de dente, lâmpadas, relógios e scooters.
O lucro adquirido, da empresa, no ano passado aumentou em 17,5% o que é o equivalente a 146,4 milhões de unidades vendidas. Sobre esse resultado, a empresa afirma que as vendas tiveram um aumento mais significativo em mercados fora da China.

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