Devido ao atual cenário provocado pelo coronavírus, muitas empresas adotaram o trabalho remoto, chamado de home office, para seus funcionários. Tal medida, para muitas delas, se torna eficaz no cumprimento de projetos, trabalhos, que não podem ser feitos presencialmente. Um estudo feito por André Miceli, professor da Fundação Getúlio Vargas (FGV) diz que o trabalho remoto deverá crescer 30% após a crise do coronavírus.
Veja ainda outras notícias:
- Mais de 9.000 vagas de emprego para São Paulo, Rio de Janeiro, Paraná, Bahia e Santa Catarina neste dia 07 de abril
- Vagas de emprego para eletricista, engenheiro e auxiliar no maior grupo de transmissão de energia no Brasil, neste dia 07
- Companhia de Navegação NORSUL inicia cadastro de currículo em todas as áreas, neste dia 07 de abril
Para André, a adoção emergencial do home office pelas empresas deverá provocar uma mudança nas culturas organizacionais e que a modalidade é um caminho sem volta. Diretor-Executivo da Infobase e coordenador do MBA em Marketing e Inteligência de Negócios Digitais da FGV, Miceli diz que em um momento de instabilidade como de agora, é preciso ser flexível com estruturas e modelos corporativos.
-
Prédio abandonado há 30 anos em Minas vai virar unidade de biotecnologia da Funed com investimento de R$ 10 milhões e promessa de aproximar ciência, indústria e saúde pública
-
Empresa que prometia transformar “pedras em diamantes” vende casas na Itália em ruínas a brasileiros por até 1 euro, some com a reforma prometida pelo Superbônus e deixa as vítimas com dívida no fisco italiano até 2028 e sem imóvel
-
Embalagens plásticas levaram indústria catarinense fundada com uma extrusora em Criciúma a crescer 230%, produzir 800 toneladas por mês e mirar R$ 500 milhões até 2030, mesmo com crise no setor, enquanto nova linha Gearless prepara expansão no Sul de SC para competir no Brasil e na América do Sul
-
Ídolo do Flamengo aposta em Itapema, compra unidade em torre de 52 andares com quatro suítes e lazer de resort, enquanto o mercado imobiliário de luxo da cidade ultrapassa Balneário Camboriú e transforma apartamentos milionários em símbolo de valorização no litoral catarinense mais disputado do país em 2026
“O home office já se mostrou efetivo. Aliado a isso, você tira carros da rua, desafoga o transporte público, mobiliza a economia de outra forma. E você faz com que as pessoas tenham mais tempo para cuidar da saúde delas e que elas possam usufruir de coisas que lhe dão prazer sem que você tenha uma redução das entregas e do faturamento”, afirmou.
André pontua que a comunicação deve ser centralizada em canais específicos para que instruções claras sobre procedimentos continuem na rotina dos colaboradores, clientes e consumidores. “A adoção de metodologias ágeis também permite uma resposta mais rápida aos novos desafios do dia a dia. O processo de análise, reorganização e tomada de decisão precisa acompanhar o ritmo das mudanças”, disse André.
