Estação Antártica Comandante Ferraz, base brasileira operada pela Marinha recebe apoio da Petrobras por meio do Programa Antártico Brasileiro (Proantar)
Pesquisadores brasileiros na Estação Antártica Comandante Ferraz, onde, numa parceria da Marinha com a Petrobras, são realizadas pesquisas nas áreas de meio ambiente, meteorologia, biodiversidade e química, possuem uma rotina um pouco inusitada. Processo seletivo aberto por empresa de construção civil demanda profissionais de ensino fundamental e médio
Leia também
- Processo seletivo para soldadores, mecânicos, eletricistas, técnicos e mais profissionais
- Relações entre Bolsonaro e presidente da Índia atingem outro nível; áreas de óleo e gás e bioenergia são destaques dos 15 acordos bilaterais assinados hoje entre os dois países
Imagine sair do escritório e se deparar com o maior deserto do mundo, com mais de 14 milhões de km², tendo como vizinhos apenas pinguins e elefantes-marinhos. Essa é a rotina dos pesquisadores brasileiros na Estação Antártica Comandante Ferraz.
Um imenso deserto gelado, maior do que os territórios de Brasil, Argentina, Uruguai, Chile, Peru e Bolívia somados. O mais seco, mais frio e mais alto continente do mundo, com temperaturas que chegam a -93ºC.
-
A ANP abre a porteira de 86 novos blocos de petróleo na Margem Equatorial e amplia a fronteira da Foz do Amazonas
-
A OPÉP+ acelerou o retorno de 188 mil barris por dia ao mercado em julho de 2026 e o petróleo caiu de US$ 112 para US$ 89 o barril em menos de dois meses
-
A TotalEnergies assinou um acordo de 20 anos para comprar 2 milhões de toneladas de GNL do Alaska LNG e deu ao projeto a demanda que faltava para sair do papel
-
A Turquia mandou seu navio de perfuração Çağrı Bey para o fundo do mar na costa da Somália e abriu uma nova fronteira de exploração de petróleo na África
A Antártica reserva um imenso potencial para descobertas científicas. Por isso, desde o final do século XIX, uma verdadeira jornada pelo conhecimento tem sido empreendida rumo ao polo sul, hoje base de pesquisadores de vinte e nove países, incluindo o Brasil.
O PROANTAR, Programa Antártico Brasileiro, foi iniciado em 1982 e, desde 1984, mantém no continente a Estação Antártica Comandante Ferraz (EACF), base de pesquisas operada pela Marinha do Brasil.
Sabemos que o avanço científico não ocorre sem colaboração, portanto temos contribuído com a energia que move os navios, helicópteros e os aviões da Força Aérea Brasileira (FAB) destacados para transportar pesquisadores em suas missões por esse inóspito território.
As características da região demandam combustíveis Petrobras adaptados às baixas temperaturas e capazes de manter suas propriedades sem alterações até cerca de 40 graus negativos. Produzidos na Refinaria Duque de Caxias (REDUC) e na Refinaria Gabriel Passos (REGAP), esses combustíveis garantem também o bom funcionamento dos geradores de energia elétrica da estação.
Sobre a estação brasileira na Antártica
A Estação Antártica Comandante Ferraz tem 4,5 mil metros quadrados, 17 laboratórios e pode acomodar até 64 pessoas. Com o atual acordo de cooperação entre Petrobras e Marinha, que prevê investimentos de cerca de R$ 400 milhões pelos próximos cinco anos, serão viabilizadas pesquisas, missões de pesquisadores e equipes para a região, compra de equipamentos para os navios e laboratórios, desenvolvimento de combustíveis especiais para o ambiente Antártico, entre outras atividades. Nossa parceria com o Proantar existe desde 1987.
Ficou curioso? Assista abaixo e acompanhe também todos os episódios no Canal Petrobras no YouTube.
