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RJ
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Para combater o COVID-19 no portos da CDRJ, empregados estão passando por aferição em todos os acesso

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Escrito por Paulo Nogueira Publicado em 08/04/2020 às 14:07 Atualizado em 08/04/2020 às 14:14
Porto de Itaguaí CDRJ COVID-19 PORTOS
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O termômetros digitais com infravermelho ( tipo pistola) é a principal ferramenta utilizada pelos portos para aferir trabalhadores antes de acessarem os ambientes de trabalho. Os portos de Angra dos Reis, Niterói ,  Rio de Janeiro e Itaguaí são administrados pela Companhia Docas do Rio de Janeiro (CDRJ) e dentro da força tarefa para diminuir a proliferação do vírus.

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A ação é fruto de um esforço conjunto das Superintendências de Gestão Portuária dos Portos, de Meio Ambiente e da Guarda Portuária. Além da CDRJ e das empresas arrendatárias, o Órgão Gestor de Mão de Obra (OGMO) está tendo o mesmo cuidado com os trabalhadores portuários avulsos (TPAs) escalados. O procedimento leva menos de 10 segundos e as pessoas com temperatura igual ou superior a 37.8 não podem trabalhar. Pessoas com sintomas evidentes de gripe também são orientadas a retornar para suas residências.

“Estamos adotando todas as medidas para evitar o contágio dos portuários que não podem parar porque prestam um serviço essencial para a sociedade, garantindo inclusive que durante a pandemia, não faltem à população itens como alimentos, materiais hospitalares, produtos de limpeza e medicamentos”, explicou o diretor-presidente da CDRJ, Francisco Antonio de Magalhães Laranjeira. Segundo ele, em parceria com as arrendatárias dos terminais e demais empresas que atuam nos portos, o funcionamento está garantido, mas seguindo as estritas recomendações das autoridades de saúde: “Juntos, não estamos medindo esforços para proteger a comunidade portuária.”

Outras medidas preventivas

Também foram criadas barreiras sanitárias, com a intensificação da limpeza das instalações, especialmente nos portões de acesso, portarias e outras áreas de convivência, sendo priorizada a higienização das áreas de contato como catracas, corrimões e maçanetas. Para esse trabalho, a Autoridade Portuária aumentou o quantitativo de recursos humanos e materiais. Além disso, foram instalados distribuidores de álcool em gel em pontos estratégicos dos portos e prédios administrativos. Os empregados também vêm sendo conscientizados quanto às boas práticas de higiene para evitar o contágio.

Como o distanciamento social é fundamental na prevenção, a redução do contato também foi priorizada pela CDRJ. A empresa instituiu home office para todos os empregados do grupo de risco e para os recém-chegados do exterior, e a medida foi ampliada posteriormente para os setores administrativos. Além disso, foram vedadas viagens a trabalho, reuniões presenciais, treinamentos, visitas técnicas e outras atividades que envolvam aglomerações de pessoas. Foi suspenso ainda o uso de biometria nas catracas para evitar o toque, devendo ser utilizados os crachás para controle de acesso. FONTE: ASCOM CDRJ

Paulo Nogueira

Técnico em Elétrica desde 2008, formado pelo Instituto Federal Fluminense (IFF), antigo CEFET, uma das mais tradicionais instituições de ensino técnico do Brasil. Atuou por diversos anos nas áreas de petróleo e gás offshore, energia e construção, experiência que hoje aplica na produção de conteúdo especializado sobre o setor energético. Com mais de 8 mil publicações em revistas e portais online, dedica-se à cobertura do mercado de trabalho, petróleo e gás, energia, economia, renováveis e empreendedorismo. Para dúvidas, sugestões ou correções, entre em contato pelo e-mail paulohsnogueira@gmail.com. Este canal não recebe currículos.

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