Voos comerciais de todo o Brasil serão liberados na cidade para atender a demanda de pessoas no setor óleo em Macaé
O que não fizeram na cidade de Macaé no últimos 40 anos de Bacia de Campos, agora as autoridades estão correndo atrás para otimizar as receitas do município e melhorar a questão de logística de pessoas. O Ministério dos Transportes emitiu um comunicado à Infraero( 24 de abril) garantindo a liberação das obras na pista do preparação e adequações para que seja possível vôos comerciais na cidade, que nos dias de hoje, é usada apenas para atender o mercado offshore de empresa que atuam na Bacia de Campos e Santos.
A empresa que venceu a licitação para concluir estas obras é de Minas Gerais, se reuniram no último dia 27( sexta) com a equipe e a superintendencia da Infraero para discutir termos técnicos e burocratísticos da obras, que já devem sofrer intervenções a partir de junho. Neste momento, à ANAC((Agência Nacional da Aviação Civil) está trabalhando na parte de adequação e organização dos vôos, consequentemente, na autorização, planejamento e liberação que segundo às estimativas da agencia, serão emitidas em cerca de 30 dias.
O valor das obras ficaram em 24 milhões de reais e subirá o nível de classificação da pista para que sejam permitidos aeronaves de grande porte comerciais, que não conflitará com os helicópteros que fazem a logística de pessoal para as plataformas de petróleo. O projeto prevê ainda o alargamento dos acostamentos, a implantação de lâmpadas led na sinalização de balizamento, a implantação da sinalização vertical e a pintura total da pista. A previsão é que as obras sejam concluídas dentro de um período de um ano.
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Estas obras resolverão problemas em Macaé que à anos atormentam pessoas que trabalham por aqui, já que muitas delas são de várias regiões do Brasil e até mesmo do exterior. Muitos tem que se deslocarem de aeroportos que ficam longe da cidade, pegar ônibus ou outros transportes terrestres até chegar ao município, que é suma é voltada ao setor offshore. Vôos comercias domésticos de grande porte agora melhorarão e otimizarão custos para empresas e pessoas, além de valorizar a consolidar Macaé como referência nestes tipos de serviços. “Foi necessário enfrentar a face da crise para mostrar setor defeituosos, antes acomodados pela fartura do petróleo”, diz Paulo Nogueira, redator do site Click Petróleo e Gás.
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