O monarca de Eswatini, conhecido por seu estilo extravagante e por manter 15 esposas, chama atenção mundial por sua luxuosa coleção de relógios raros
O rei Mswati III, monarca reinante de Eswatini (oficialmente “Reino de Eswatini”), ostenta uma predileção por relógios de luxo que chama atenção internacional.
Sua coleção de peças refinadas, compartilhada com sua extensa família e estilo de vida real, contrasta fortemente com as condições de vida em seu país.
Neste contexto, o rei — que mantém 15 esposas, duas delas nomeadas pelo Estado, conforme a tradição polígama local — eleva a presença da corte à opulência.
-
Ele começou com uma van de mudanças em Nova York, entrou no mercado imobiliário de Miami e reuniu terrenos em bairros que depois viraram alvo de arte, turismo, comércio e construção
-
Californiano desiste de dar entrada em uma casa, compra uma ilha de cerca de 1 hectare por US$ 31 mil na Finlândia, aprende construção do zero e começa a erguer um refúgio sem água encanada nem rede elétrica
-
Aluno surdo de 3 anos recebeu o primeiro grau branco no Jiu-Jitsu e entendeu a conquista porque a professora aprendeu Libras para se comunicar com ele, em vídeo que passou de 7 milhões de visualizações e emocionou as redes ao mostrar inclusão acontecendo dentro do tatame
-
Miguel Krigsner abriu uma pequena farmácia de manipulação em Curitiba em 1977, transformou fragrâncias brasileiras em sucesso nacional e criou O Boticário, hoje uma das maiores redes de beleza do mundo
A coleção e o estilo de vida
Mswati III somou dezenas de relógios requintados, com destaque para peças da marca Jacob & Co.. Entre os modelos, figuram o “Billionaire Ashoka” com centenas de diamantes, o “Brilliant Skeleton Tourbillon Ruby” e um exemplar inspirado no Bugatti Chiron, em ouro rosa de 18 quilates com diamantes baguete e motor-miniatura, avaliado em cerca de US$ 940 000.
Outros relógios da coleção chegam a valores de US$ 750 000 ou mais, totalizando estimadamente mais de US$ 15 milhões em peças raras e exclusivas.
Críticas e desconexão com a realidade local
Apesar do gosto exigente e da demonstração de fortuna pessoal, o estilo de vida luxuoso da família real — que inclui mais de 100 servos (seguranças, assessores, cozinheiros e ajudantes cerimoniais) — vem sendo alvo de fortes críticas.
A riqueza ostentada contrasta com as difíceis condições de vida do povo de Eswatini, gerando descontentamento entre observadores que veem uma monarquia distante das lutas cotidianas da população. A exibição midiática dos relógios e da vida palaciana reforça essa sensação de desconexão.
Em suma, o rei Mswati III se destaca não apenas como líder de um dos últimos regimes monárquicos africanos absolutos, mas também como colecionador de luxo cujas escolhas despertam admiração e controvérsia em igual medida.
