Países enfrentam crescimento de acidentes ligados a selfies, adotando áreas proibidas e reforçando alertas para reduzir riscos em pontos turísticos famosos
A busca por imagens impactantes durante viagens tem se tornado um problema sério, porque muitos visitantes acabam ultrapassando limites de segurança. Nos últimos anos, registros mostram que turistas continuam se colocando em perigo, portanto autoridades passaram a reforçar alertas. A situação preocupa especialistas, que observam um aumento constante de acidentes fatais ligados a selfies em locais turísticos.
A questão não é nova. Desde 2014, centenas de pessoas perderam a vida tentando capturar fotos impressionantes em áreas bonitas, mas sem proteção adequada.
Esse comportamento ganhou força com as redes sociais, além disso muitos viajantes assumem riscos que ignoram avisos básicos.
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Países e pontos que lideram os acidentes
A Índia ocupa o primeiro lugar mundial no número de mortes relacionadas a selfies. Boa parte dos casos acontece perto de rios e mares, onde o terreno pode enganar.
Por causa disso, o país criou zonas de “no selfie”, especialmente em cidades movimentadas como Mumbai.
As áreas restritas geraram debates, porém as autoridades defendem que são necessárias para evitar novos desastres.
Outros destinos também enfrentam problemas. Nos Estados Unidos, o Horseshoe Bend, no Arizona, registra quedas fatais porque não possui barreiras de segurança.
O Grand Canyon segue a mesma linha, já que muitos visitantes se aproximam demais das bordas para conseguir o ângulo perfeito.
Locais mais perigosos para selfies
A lista de destinos arriscados inclui regiões que atraem milhares de turistas todos os anos.
- Bali apresenta ondas inesperadas que surpreendem quem tenta chegar muito perto da água.
- Joanesburgo, na África do Sul, tem penhascos sem proteção.
- Java, na Indonésia, expõe visitantes às crateras ativas.
- No Taj Mahal, escadarias causam acidentes frequentes.
- As Cataratas de Gocta, no Peru, reúnem desfiladeiros que confundem os viajantes.
- Machu Picchu enfrenta riscos altos nas bordas.
- Moscou registra quedas de edifícios.
- Tarento, na Itália, preocupa em excursões escolares.
- Sevilha, na Espanha, tem pontes antigas sem segurança.
- Sintra, em Portugal, esconde falésias perigosas.
Caminho para um turismo mais seguro
Prevenir tragédias virou prioridade. Governos e operadores tentam equilibrar liberdade individual e proteção coletiva, porque a intenção é preservar vidas sem comprometer a experiência turística.
Estratégias simples e respeito às orientações locais podem evitar acidentes graves e garantir viagens mais seguras para todos.
As informações são do Crusoé.

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