Com ajuda de sensores hiperespectrais, a agência busca identificar depósitos de terras raras e entender a riqueza mineral da América
Bem acima dos desertos ensolarados do oeste norte-americano, uma aeronave da NASA sobrevoa territórios antes considerados estéreis, em uma ousada jornada para mapear terras raras e, assim, ampliar nosso conhecimento sobre a riqueza mineral da América. Nessa empreitada, o objetivo não é encontrar galáxias distantes, mas sim revelar recursos fundamentais que possam impulsionar a energia limpa e fortalecer a segurança econômica do país.
O cenário da expedição é uma área enorme, semelhante ao tamanho da Espanha, abrangendo estados como Califórnia, Nevada, Arizona e Oregon. À primeira vista, o solo árido parece vazio, mas através de sensores hiperespectrais instalados na aeronave ER-2 da NASA, cada porção de terra ganha vida em cores intensas, indicando a presença de minerais essenciais, incluindo as cobiçadas terras raras.
E para qual fim serão esses elementos?

Esses elementos, cruciais para turbinas eólicas, baterias de veículos elétricos e diversas tecnologias verdes, fazem parte de um tesouro oculto que reflete a verdadeira riqueza mineral da América.
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Em colaboração com o Serviço Geológico dos Estados Unidos (USGS), o projeto GEMx (Experimento de Mapeamento Geológico da Terra) promete não só revelar o que está escondido sob o solo, como terras raras, mas também orientar estratégias mais sustentáveis de extração, minimizando impactos ambientais e otimizando a busca por matérias-primas valiosas.
Lítio
Um destaque especial é o lítio, metal fundamental para baterias de carros elétricos. Enquanto a demanda global aumenta, antigas minas voltam a ser examinadas e até resíduos descartados no passado podem se tornar nova fonte de recursos.
Esse olhar renovado sobre o subsolo promete transformar passivos ambientais em ativos estratégicos, reforçando o papel dos EUA no cenário internacional da energia limpa.
Muito além das terras raras
Conforme a NASA e o USGS avançam, o mapeamento completo, previsto para a primavera de 2025, também poderá identificar riscos naturais, espécies invasoras de plantas e depósitos minerais variados, indo muito além das terras raras e expandindo ainda mais a compreensão da riqueza mineral da América.
Afinal, cada pixel capturado pelos sensores é uma pista, cada cor revelada é um passo rumo à autossuficiência. A missão da NASA não é apenas cartográfica; é um caminho para um futuro de energia mais sustentável, sólida segurança nacional e uma exploração mais consciente do que está bem debaixo dos nossos pés.

Ora bem se a América e assim tão rica deve abandonar os países onde estão metidos a roubar essas riquezas e que vivam do que tem, não e só viverem de inveja dos chineses ou outras nações k compram tudo o k e riquesa e não como eles k só roubam as riquezas onde se metem com os dizeres k e democracia eles são **** nada mais
O que precisa acabar é o complexo de vira latas implantado no BR que tem causado muito estrago ao país.
Pesquisa e mapear terra , definir localizar das extração, autorização e investimento do governo, montagem de mineradora e compra de maquinário, equipamentos , no Eua levar no mínimo 5 anos, o mais difícil é pesquisa e desenvolvimento da tecnologia de extração e mão de obra qualificado que está escassez no mercado americano. Levar mais 4ou5anos,assim que EUA ficar pronto os chineses vai liberar a venda e preço baixar para inviabiliza extração e investimento americano, alí a empresa mineradoras falir de novo… isso é jogada americano que já fiz com as refinaria do Brasil no passado.