Mais de oito mil empregos diretos serão gerados durante a fase de construção de 53 empreendimentos provenientes do Leilão de Energia Nova A-6
O ministro de Minas e Energia Bento Albuquerque, assinou nos primeiros 45 dias de governo todas as outorgas para construção de 53 empreendimentos provenientes do Leilão de Energia Nova A-6, que foi realizado em agosto de 2018. Os projetos somam R$ 6,8 bilhões em investimentos e 1.572.356 kW de potência final. Durante a fase de construção das usinas serão gerados mais de oito mil empregos diretos.
Os contratos que variam de 20 a 30 anos, irão gerar ao longo da sua duração economia para os consumidores de até R$ 20,8 bilhões . Para projetos de geração hidráulica, o contrato é de 30 anos. Para eólica, 20 anos e para termoelétricas, 25 anos.
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Os nove estados que serão contemplados com os empreendimentos, são: Bahia (17 usinas), Goiás (uma usina), Maranhã (uma usina), Minas Gerais (duas usinas), Mato Grosso (uma usina), Paraná (duas usinas), Rio Grande do Norte (27 usinas), Santa Catarina (uma usina) e São Paulo (uma usina). O prazo de entrada de operação comercial das usinas, ou seja, o início de suprimento, é em janeiro de 2024.
Dos 53 empreendimentos outorgados, 44 correspondem à geração de energia eólica, dois de geração térmica – sendo um a gás natural e outro à biomassa – e sete geradoras de energia hidráulica – sendo três Pequenas Centrais Hidrelétricas (PCH) e quatro Centrais de Geração Hidrelétrica (CGH).
Indústria nuclear no Brasil
Em seu discurso Bento Albuquerque do MME, na Escola de Guerra Naval, no Rio de Janeiro, na última quinta-feira, dia 14 de fevereiro, durante o encerramento do workshop internacional na área de salvaguardas, segurança nuclear, proteção física e resposta à emergência nuclear ou radiológica; disse que “a energia nuclear, associada ao domínio de tecnologias estratégicas, é uma fonte de valor importante para o progresso e para a prosperidade do País”. Ele detalhou os procedimentos que foram tomados, nos últimos meses, visando à implementação de uma agenda destinada a fortalecer o setor da indústria nuclear no Brasil, “condizente com as crescentes demandas sociais e econômicas”.
“O MME dará continuidade aos rumos pacíficos traçados, de longa data, para o programa nuclear brasileiro, de modo a prover energia firme, segura e estratégica para o desenvolvimento do País”, afirmou o ministro de Minas e Energia Bento Albuquerque.
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