Surpreendidos em plena reta final do ano, funcionários de Frigorifico de frango em Roselândia, distrito de Bela Vista de Goiás, foram demitidos por videochamada, ficaram sem salário, sem 13º, sem FGTS e ainda aguardam respostas da direção da empresa sobre pagamento atrasado, rescisões, seguro desemprego e demais direitos trabalhistas devidos.
No dia 16, no último mês do ano, os 60 funcionários da Frigorifico de frango Kero Frango Alimentos, em Roselândia, distrito de Bela Vista de Goiás, foram informados em uma videoconferência de que a unidade encerraria imediatamente as atividades e de que todos seriam demitidos. A notícia veio quando ainda não tinham recebido o salário de novembro nem a primeira parcela do 13º.
Durante a reunião virtual, os trabalhadores ouviram que a empresa não teria recursos em caixa para quitar os valores pendentes. Sem salário, sem 13º e sem qualquer garantia de receber os direitos trabalhistas, eles deixaram o encontro on-line sem prazos definidos para pagamento de verbas rescisórias, regularização do FGTS ou acesso ao seguro-desemprego.
Demissão em massa anunciada em videoconferência

Segundo relataram os funcionários, a comunicação do fechamento da Frigorifico de frango ocorreu de forma direta, em uma reunião virtual conduzida por um homem desconhecido da equipe.
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Foi nesse encontro que o representante informou o encerramento das atividades da Kero Frango Alimentos em Roselândia e a dispensa dos 60 trabalhadores de uma só vez.
Até então, muitos acreditavam que a paralisação temporária dos abates, que já durava pelo menos 15 dias, seria apenas uma pausa na produção.
A demissão em massa por videoconferência pegou a equipe de surpresa, especialmente porque havia expectativa de manutenção dos empregos e regularização dos atrasados.
Salário, 13º e FGTS seguem em aberto
Os relatos indicam que, além do anúncio de fechamento, não houve garantia sobre o pagamento do salário de novembro nem da primeira parcela do 13º que ainda estavam em aberto.
O representante informado na videoconferência teria dito que a empresa não tem recursos disponíveis para quitar os débitos trabalhistas e também não apresentou qualquer previsão para a regularização dos pagamentos.
De acordo com os trabalhadores, o Frigorifico de frango também deixou de realizar depósitos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) devidos à categoria.
A incerteza é dupla: eles não sabem quando receberão os valores atrasados e tampouco quando terão acesso às rescisões e aos documentos necessários para dar entrada no seguro-desemprego.
Orientação para aguardar e silêncio da direção
Ainda durante a reunião, alguns funcionários contam que foi pedido ao grupo que aguardasse uma mensagem da diretoria da Frigorifico de frango com novas orientações.
Até o momento, porém, não há confirmação de que essa comunicação tenha sido enviada, nem se foram encaminhados os termos de rescisão ou os formulários exigidos para liberar benefícios trabalhistas aos demitidos.
Enquanto isso, a situação permanece indefinida. Sem prazos claros, sem documentos e sem resposta oficial da empresa, os trabalhadores seguem sem saber quando e como irão receber o que lhes é devido após o fechamento da unidade em Bela Vista de Goiás.
Trabalhadores recorrem ao sindicato e ao Ministério do Trabalho
Diante do cenário de insegurança financeira e falta de garantias, os funcionários afirmam que já acionaram o sindicato da categoria e o Ministério do Trabalho em busca de apoio.
A expectativa é que os órgãos atuem para garantir o pagamento de salários, 13º, FGTS e demais direitos previstos na legislação para demissões em massa como a que ocorreu na Kero Frango Alimentos.
Os trabalhadores relatam preocupação não apenas com os valores em atraso, mas também com o futuro imediato, já que a demissão foi anunciada em plena reta final do ano.
A paralisação do Frigorifico de frango em Roselândia afeta dezenas de famílias que dependiam da renda do frigorífico, enquanto aguardam uma solução institucional para o impasse.
Empresa não responde aos questionamentos
O veículo que apurou o caso informou que procurou a direção da Kero Frango Alimentos no dia 18, por meio do único telefone disponibilizado pela empresa, um número de celular.
Uma mensagem foi enviada, mas até o momento não houve retorno com a versão oficial sobre o fechamento da unidade, a demissão dos 60 empregados e o não pagamento de salários e benefícios.
Sem posicionamento da empresa, permanecem sem esclarecimento os motivos do encerramento das atividades, o plano para quitar os débitos trabalhistas e o cronograma para regularizar a situação dos ex-funcionários.
Na sua opinião, o que os trabalhadores dessa fábrica de frango deveriam fazer diante dessa situação?

Fazer o L
Solução é não continuar fazendo o L em 2026,né!!!???
Realmente, o Brasileiro precisa aprender a votar, mas antes, precisa entender um pouco de economia, comércio e emprego, precisa pesquisar os indicadores de desemprego, desempenho da economia, entre outros, façam isso, procurem informações confiáveis dos últimos 10 ou 20 anos, está tudo na internet, nunca foi tão fácil se informar, só cuidem para procurar informações confiáveis, não de partidos políticos, sejam quais forem e aí tirem sua próprias conclusões, não se deixem levar pelos comentários, fake news e por notícias tendenciosas e fora de contexto, etc.
Do limão se faz uma limonada
Tá aí a oportunidade que a comunidade pode ser exemplo em um novo modelovaldepe