Primeira edição do PDO terminou após 2 anos de capacitação e levou mais de 70% da turma iniciada em 2024 para operações embarcadas da Foresea
A Foresea concluiu a primeira edição do Programa de Desenvolvimento Offshore, conhecido como PDO, com 34 trainees efetivados nas operações offshore da companhia. Portanto, o resultado representa mais de 70% de aproveitamento da turma iniciada em 2024.
Segundo a empresa, o programa foi criado para acelerar a formação de profissionais preparados para as demandas técnicas, operacionais e culturais da companhia. Além disso, a iniciativa buscou fortalecer a mão de obra especializada para o setor de perfuração offshore.
De acordo com a Foresea, a jornada teve duração de 2 anos. Nesse período, os participantes passaram por formação técnica, vivência prática e embarques supervisionados em unidades da empresa.
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Programa começou em 2024 e avançou com formação técnica integrada à rotina offshore
O PDO foi lançado em 2024, em parceria com a Firjan SENAI. Ainda em 2024, a aula inaugural reuniu trainees e representantes das instituições na unidade da Firjan SENAI em Benfica, no Rio de Janeiro.
Posteriormente, em 29 de janeiro de 2025, a Foresea celebrou a conclusão do ciclo teórico da primeira turma. Na sequência, os participantes avançaram para a etapa prática, com embarques supervisionados nas sondas da empresa.
Dessa forma, o programa combinou:
- aulas técnicas no Instituto SENAI de Tecnologia Automação Industrial;
- embarques supervisionados em sondas da Foresea;
- integração gradual à rotina operacional offshore;
- formação alinhada aos padrões de segurança e excelência operacional.
Trainees entraram como colaboradores CLT desde o início da formação
Um dos diferenciais do Programa de Desenvolvimento Offshore da Foresea foi o modelo de desenvolvimento acelerado. Afinal, os trainees ingressaram como colaboradores CLT desde o início da formação.
Além disso, a iniciativa contemplou profissionais com formação técnica em áreas ligadas à operação offshore. Entre elas estavam mecânica, mecatrônica, elétrica, eletrônica, eletrotécnica, petróleo e gás.
Também foram incluídas áreas correlatas às operações de guindaste. Assim, o programa buscou formar um pipeline interno de talentos para sustentar as atividades da companhia.
Executivos e participantes destacam impacto do PDO na carreira offshore
O vice-presidente de Pessoas e Gestão da Foresea, Hygo Souza, afirmou que a contratação de 70% da primeira turma mostra o acerto da companhia ao investir em novos talentos. Segundo ele, o programa foi estruturado para formar profissionais alinhados à segurança, à excelência operacional e ao aprendizado contínuo.
Além disso, participantes efetivados destacaram o impacto do PDO na entrada no setor offshore. Laryssa Silva, hoje Auxiliar de Subsea no navio-sonda ODN II, afirmou que o programa foi uma porta de entrada importante para sua carreira.
Da mesma forma, Valnei Luiz, Assistente de Subsea no navio-sonda Norbe IX, ressaltou a conexão entre sala de aula e prática operacional. Segundo ele, a rotina embarcada mostrou como o conteúdo estudado aparece no dia a dia do navio.
Já Karyne Vidal, técnica em eletrotécnica contratada para o navio-sonda ODN I, destacou que o PDO permitiu conhecer equipamentos, entender seus princípios de funcionamento e adquirir conhecimentos essenciais.
Por fim, Dereck Lucas, técnico de eletrônica embarcado na ODN II, afirmou que a experiência trouxe mais do que conhecimento técnico. Para ele, o programa também reforçou disciplina, segurança, trabalho em equipe e evolução profissional.
Formação busca fortalecer mão de obra para perfuração offshore
Com a conclusão da primeira edição, a Foresea reforça a importância da formação técnica integrada à prática embarcada. Além disso, o resultado indica a relevância de programas voltados à qualificação de profissionais para o mercado offshore.
Fontes nominais: Foresea, Firjan SENAI, TN Petróleo e Portos e Navios.

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