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Foresea atinge 100% de reaproveitamento de resíduos offshore em 2025 e elimina envio a aterros com gestão sustentável alinhada à ONU e GRI

Escrito por Corporativo
Publicado em 27/03/2026 às 15:58
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Companhia consolida estratégia “Aterro Zero”, reaproveita mais de 1,5 mil toneladas e reforça práticas sustentáveis no setor de óleo e gás

Além disso, na semana do Dia Internacional do Lixo Zero, celebrado em 30 de março pela ONU, a Foresea reafirma seu compromisso ambiental.
Assim, a empresa alcançou, novamente em 2025, o marco de 100% de reaproveitamento de resíduos, sem destinação a aterros sanitários.

Nesse sentido, ao longo de 2025, foram reaproveitados 1.573.418 kg de resíduos, provenientes de operações offshore e onshore.
Ao mesmo tempo, todas as unidades operacionais mantiveram índice total, incluindo sondas Norbe VI, Norbe VIII, Norbe IX, ODN I e ODN II, além de escritórios e base logística.

reaproveitamento total reforça liderança sustentável no offshore

Além disso, esse desempenho consolida um avanço iniciado em 2022, quando a companhia atingiu o marco de “Aterro Zero”.
Consequentemente, o resultado posiciona a Foresea como referência em gestão sustentável de resíduos no setor offshore.

Segundo o vice-presidente de Sustentabilidade, Marco Aurélio Fonseca, a estratégia amplia impactos positivos.
Assim, a empresa reduz impactos ambientais e influencia clientes e fornecedores ao longo da cadeia.

Ainda em 2025, os dados indicam liderança dos metais no reaproveitamento, com 388 toneladas.
Em seguida, aparecem madeira com 125 toneladas e plásticos com 64 toneladas.

Além disso, o coprocessamento de resíduos comuns totalizou 121 toneladas no período.
Por fim, toda a receita gerada foi direcionada a programas socioambientais em Macaé, com foco em Educação Integral e Economia Verde.

estratégia evolui desde 2019 com metas claras e padrões globais

Anteriormente, em 2019, a companhia definiu o compromisso de eliminar o envio de resíduos a aterros.
Posteriormente, a meta foi atingida em 2022, consolidando o projeto Aterro Zero.

Desde então, a Foresea avançou para o reaproveitamento integral dos resíduos gerados.
Além disso, a estratégia foi baseada em diretrizes da Global Reporting Initiative e do Pacto Global da ONU.

Dessa forma, a companhia assegurou alinhamento com práticas globais de sustentabilidade.
Ao mesmo tempo, revisou processos com foco nas etapas finais do ciclo de vida dos resíduos.

Além disso, houve fortalecimento da gestão de parceiros responsáveis pela destinação final.
Consequentemente, foi garantida maior rastreabilidade e conformidade com padrões internacionais.

sustentabilidade digital integra dados e amplia eficiência operacional

Por outro lado, o avanço também foi sustentado por um modelo robusto de Sustentabilidade Digital.
Assim, a Foresea integrou dados de geração, destinação e reaproveitamento em um único sistema corporativo.

Além disso, o dashboard é atualizado continuamente, reunindo informações de todas as unidades.
Dessa forma, a gestão passou a ser centralizada e mais eficiente.

Sob liderança do gerente executivo de Sustentabilidade, Carlos Júnior, o programa mobilizou equipes internas.
Ao mesmo tempo, promoveu o desenvolvimento de inteligência analítica e padronização de processos.

Além disso, houve acompanhamento individualizado por unidade operacional.
Consequentemente, a empresa ampliou controle e precisão na gestão de resíduos.

parcerias e indicadores fortalecem controle e transparência

Simultaneamente, a Foresea investiu no desenvolvimento de fornecedores estratégicos.
Assim, garantiu aderência às práticas de destinação sustentável com foco em reciclagem e reaproveitamento.

Além disso, foram criados indicadores específicos de desempenho.
Dessa forma, a companhia passou a monitorar continuamente os resultados.

Por fim, esse modelo assegura transparência, melhoria contínua e controle operacional.
Assim, a empresa mantém consistência em sua estratégia ambiental ao longo do tempo.

Diante desse cenário, a consolidação do reaproveitamento total reforça um movimento estrutural no setor offshore, alinhado a padrões globais — e levanta uma questão relevante: até que ponto essa estratégia pode influenciar toda a indústria de óleo e gás?

Marco Aurélio Fonseca (foto de Bruno Lima)

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