Projeções do Fundo Monetário Internacional indicam avanço do Brasil no ranking econômico global, crescimento relevante do PIB nominal e retomada do país ao grupo das maiores economias do mundo até o fim da década, em meio à expansão liderada por Estados Unidos, China e Índia.
O Brasil deve voltar ao grupo das dez maiores economias do mundo até 2030, segundo projeções do Fundo Monetário Internacional para o PIB nominal em dólares correntes.
A estimativa reforça uma perspectiva de crescimento gradual da economia brasileira ao longo dos próximos anos, em meio à recuperação de mercados emergentes e ao avanço das principais economias globais em valores nominais.
O levantamento considera projeções macroeconômicas atualizadas e coloca o país novamente entre as nações com maior peso econômico internacional, cenário que não era registrado nas listas mais recentes do organismo internacional.
-
Brasileiro entra no consórcio sonhando com a casa própria, mas pode passar anos pagando parcela e aluguel ao mesmo tempo; simulação mostra que custo chega a R$ 707 mil após uma década de espera e supera financiamento de R$ 704 mil
-
Land Rover encerra a produção em julho com 371 empregos em risco, enquanto a montadora chinesa avança nas negociações para transformar a fábrica em uma linha de 100 mil veículos por ano a partir de 2027
-
Praga que saiu do México avança nos EUA, ameaça rebanho no menor nível desde 1952 e pode abrir espaço para o Brasil vender mais carne bovina, enquanto o hambúrguer dispara e americanos buscam proteína no exterior
-
MP do Frete avança no Congresso com piso salarial de R$ 5 mil, pagamento antecipado de 70% e multas de até R$ 1 milhão, enquanto agro e indústria alertam para aumento dos custos e insegurança jurídica
A estimativa coloca o país na oitava posição, com US$ 3,20 trilhões, acima de Itália e Canadá.
Brasil volta ao grupo das maiores economias do mundo
A projeção indica avanço relevante em relação à posição atual do país entre as maiores economias.
O salto previsto é de cerca de US$ 560 bilhões em cinco anos, movimento suficiente para recolocar o Brasil no top 10 mundial.
O cálculo considera o PIB nominal, indicador que mede o tamanho da economia em dólares correntes.
Esse recorte pode variar conforme crescimento real, inflação doméstica, câmbio e revisão das estatísticas nacionais.
Mesmo assim, o indicador é amplamente utilizado para comparar o tamanho das economias no cenário internacional, especialmente em rankings globais elaborados por instituições multilaterais e bancos centrais.
Nos últimos anos, oscilações cambiais tiveram impacto direto na posição do Brasil entre as maiores economias do mundo, já que a conversão para dólares influencia o valor final calculado pelo FMI.
Estados Unidos mantêm liderança do PIB global
Os Estados Unidos aparecem na primeira posição da projeção para 2030, com PIB estimado em US$ 37,68 trilhões.
A China vem em seguida, com US$ 26,05 trilhões, mantendo a segunda colocação no ranking global.
Alemanha e Índia aparecem praticamente empatadas.
A economia alemã é projetada em US$ 6,18 trilhões, enquanto a indiana aparece com US$ 6,17 trilhões, diferença pequena dentro de uma lista sujeita a revisões periódicas.
Reino Unido, Japão e França completam o grupo à frente do Brasil.
Pelas estimativas, os britânicos chegariam a US$ 5,15 trilhões, os japoneses a US$ 5,00 trilhões e os franceses a US$ 4,00 trilhões.
A Índia aparece como uma das economias mais observadas nas projeções internacionais por manter ritmo acelerado de expansão e ampliar participação no comércio global, além de avançar em investimentos industriais e tecnológicos.
Já a Alemanha continua sustentada por uma forte base industrial e exportadora, apesar das dificuldades enfrentadas recentemente pela economia europeia em razão da desaceleração global e das pressões energéticas.
China deve registrar maior expansão econômica
Embora os Estados Unidos mantenham ampla vantagem no tamanho total da economia, a China deve registrar o maior acréscimo absoluto entre as grandes potências até 2030.
A expansão projetada é de aproximadamente US$ 5,7 trilhões no período.
Nos Estados Unidos, o ganho estimado fica perto de US$ 5,0 trilhões.
A comparação mostra que a liderança americana permanece, mas também evidencia a velocidade de ampliação da economia chinesa em valores nominais.
Analistas internacionais acompanham esse movimento porque ele influencia cadeias globais de produção, investimentos, consumo de commodities e relações comerciais em diferentes regiões do planeta.
O desempenho chinês também afeta diretamente países exportadores de matérias-primas, incluindo o Brasil, que mantém a China como principal parceiro comercial em diversos setores da economia.
Economias menores lideram crescimento proporcional
Entre os países de menor peso no PIB global, o avanço mais expressivo aparece em termos percentuais.
Suriname, Malawi e Etiópia estão entre as economias com maior crescimento relativo projetado pelo FMI.
No caso do Suriname, a estimativa aponta acréscimo de US$ 6,7 bilhões, o que representa alta próxima de 137% sobre a base atual de US$ 4,9 bilhões.
O valor absoluto é pequeno diante das maiores economias, mas o ritmo proporcional chama atenção.
Em economias menores, taxas elevadas de crescimento costumam ocorrer em razão de bases econômicas reduzidas, expansão de setores específicos ou mudanças estruturais associadas à exploração de recursos naturais e investimentos externos.
Ainda assim, os números mostram como diferentes regiões do mundo devem seguir trajetórias econômicas distintas até o fim da década, com avanço relevante de países emergentes e manutenção da força econômica das nações desenvolvidas.
Ranking projetado das maiores economias em 2030
Na estimativa para 2030, a ordem das dez maiores economias em PIB nominal é liderada por Estados Unidos, China, Alemanha, Índia, Reino Unido, Japão e França.
Na sequência aparecem Brasil, Itália e Canadá.
O Brasil ficaria à frente da Itália, projetada em US$ 3,05 trilhões, e do Canadá, estimado em US$ 3,01 trilhões.
A diferença entre esses três países, no entanto, é relativamente estreita e pode mudar conforme novas revisões do FMI.
As projeções fazem parte da base World Economic Outlook, divulgada pelo Fundo Monetário Internacional.
O levantamento reúne dados macroeconômicos de países e grupos de países, com séries históricas desde 1980 e estimativas para os anos seguintes.

PIP que interessa e o PIB paridade poder de compra, ainda asssim nao serve para medir a economia do dia a dia que foge da contabilidade nacional, neste Raking aparece os BRICS muito a frente do G7
Acredito q estará sim no top 10
mais no top 10 das piores economia
Pq o governo tem so piorado em q dados essa matéria esta se baseado para fala isso
Se hoje o PIB do Brasil está em torno de 2,28 tri e segundo a reportagem o crescimento será de 560 bi, a economia não iria para para aproximadamente 2,8 tri? Não está faltando 400 bi?