Segundo o NSC Total, uma estátua da Havan saiu de Camboriú às 10h30 de sexta-feira, 10 de julho de 2026, rumo a Ariquemes, em Rondônia, chamou atenção na BR-101, causou lentidão em Balneário Camboriú e revelou a operação das réplicas produzidas em Santa Catarina para lojas da rede.
A estátua da Havan que saiu de Camboriú rumo a Rondônia chamou atenção de motoristas na BR-101, em Santa Catarina, durante a manhã de sexta-feira, 10 de julho de 2026. A estrutura seguia no sentido Norte e provocou lentidão em Balneário Camboriú.
A informação foi publicada pelo NSC Total. Segundo a fonte, a estátua teria deixado Camboriú às 10h30 e a previsão era de uma viagem de pelo menos cinco dias até Ariquemes, em Rondônia.
Estrutura chamou atenção na BR-101
Pouco antes do meio-dia, a estrutura passava pelo km 137 da BR-101, no trecho de Balneário Camboriú. O tamanho da carga e a velocidade reduzida do transporte contribuíram para formar fila no sentido Norte da rodovia.
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A cena chamou atenção porque não se tratava de uma carga comum. A imagem de uma réplica gigante seguindo pela BR-101 transformou uma operação logística em um episódio curioso no trânsito catarinense, especialmente para quem passava pelo trecho naquele horário.
Transporte teve acompanhamento na rodovia
Por causa do tamanho da estrutura e da lentidão no deslocamento, o caminhão foi acompanhado por um veículo da Arteris Litoral Sul. A concessionária é responsável pela manutenção da BR-101 no Litoral Norte de Santa Catarina.
A presença do veículo de apoio indica que o transporte exigia cuidado operacional. Mesmo sem detalhar dimensões ou peso da carga, a reportagem mostra que a operação precisou ser monitorada para reduzir riscos e organizar o fluxo em uma rodovia movimentada.
Viagem até Rondônia deve durar cinco dias
Segundo informações da assessoria da Havan citadas pelo NSC Total, a estátua da Havan saiu de Camboriú às 10h30. O destino informado era Ariquemes, em Rondônia, com chegada prevista para quarta-feira, 15 de julho de 2026.
O trajeto chama atenção pela distância e pela complexidade do deslocamento. Levar uma estrutura gigante de Santa Catarina até a Região Norte exige planejamento de rota, velocidade controlada e atenção a trechos urbanos, rodovias e pontos de maior movimento.
Lentidão também teve outros fatores na BR-101

A reportagem informa que, além da operação de transporte, havia registros de lentidão em outros trechos da BR-101 no sentido Norte. Segundo a Arteris, as demais filas estavam ligadas ao movimento intenso na rodovia.
Também chovia na região, fator que pode influenciar a velocidade dos veículos e aumentar a atenção dos motoristas. Nesse contexto, o transporte da estátua se somou a um cenário de trânsito já mais carregado no litoral catarinense.
Réplicas saem de uma empresa em Camboriú
O NSC Total destacou um bastidor pouco conhecido: praticamente todas as réplicas da Estátua da Liberdade usadas pela Havan saem de uma única empresa no Brasil. Essa empresa fica em Camboriú e faz as estruturas destinadas às lojas da rede.
As réplicas se tornaram um dos símbolos visuais da Havan, criada pelo empresário catarinense Luciano Hang. A operação mostra que, antes de aparecerem nas fachadas das lojas, essas estruturas passam por produção, montagem, transporte, instalação e manutenção.
Camboriú virou ponto de partida das estruturas
A saída da estátua rumo a Rondônia reforça o papel de Camboriú como ponto de origem dessas peças. A cidade não aparece apenas como local de passagem, mas como base da empresa responsável pela construção das estruturas.
Esse detalhe ajuda a explicar por que uma carga desse tipo circulava pela BR-101 em Santa Catarina. A peça deixou o município catarinense para cruzar o país até uma loja no Norte, em uma operação que liga produção local e expansão nacional da rede.
Cena virou assunto por misturar marca e logística
O transporte da estátua da Havan viraliza facilmente porque mistura dois elementos de forte apelo visual: uma carga fora do padrão e uma marca conhecida por estruturas gigantes. Para o motorista, a cena na estrada se destaca imediatamente.
Apesar da curiosidade, o episódio também é uma pauta de logística. Mover uma peça grande por rodovia afeta trânsito, exige acompanhamento e mostra uma etapa invisível da instalação de grandes elementos comerciais no país.
Bastidor mostra como ícones comerciais chegam às lojas
A reportagem não informa o tamanho exato da estrutura transportada nem o custo da operação até Rondônia. Também não detalha o nome da empresa responsável pela fabricação das réplicas em Camboriú.
Ainda assim, o caso revela uma parte pouco vista do processo: antes de se tornarem ponto de referência nas lojas, as estátuas passam por deslocamentos longos, acompanhamento rodoviário e planejamento. A viagem até Ariquemes é um exemplo dessa logística.
Uma carga gigante que virou debate no trânsito
A estátua da Havan que saiu de Camboriú rumo a Rondônia chamou atenção porque transformou uma sexta-feira de trânsito na BR-101 em uma cena incomum para quem passava por Balneário Camboriú. A estrutura seguiu viagem com previsão de cinco dias até o destino final.
O episódio levanta uma pergunta prática: cargas comerciais gigantes deveriam circular em horários mais controlados para reduzir lentidão ou esse tipo de transporte faz parte da rotina inevitável das rodovias brasileiras? Deixe sua opinião nos comentários.
