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Copa do Mundo 2026 mal começou e o álbum de figurinhas já virou febre com 980 cromos, 48 seleções e gasto que assusta

Escrito por Viviane Alves
Publicado em 25/05/2026 às 10:45
Atualizado em 25/05/2026 às 10:47
Álbum de figurinhas da Copa do Mundo aberto sobre mesa de madeira com cromos de seleções, pacotes da Panini e figurinhas espalhadas ao redor.
Colecionadores já movimentam a febre do álbum da Copa do Mundo 2026, que reúne 980 figurinhas e pode ultrapassar R$ 7 mil para ser completado.
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Edição recorde da Panini reúne seleções, cromos metalizados, custo elevado e já movimenta milhões de figurinhas entre colecionadores no Brasil

A nova coleção oficial da Copa do Mundo 2026 já começou a movimentar torcedores, colecionadores e pontos de venda em todo o Brasil.

O álbum lançado pela Panini reúne 980 figurinhas, contempla 48 seleções e se torna a maior edição já produzida pela marca para um Mundial.

A Copa de 2026 será disputada entre Canadá, Estados Unidos e México, em uma edição inédita com três países-sede.

O produto também chama atenção pelo tamanho. São 112 páginas, versões de capa mole e capa dura, além de 68 cromos metalizados especiais.

Custo para completar o álbum preocupa colecionadores

Segundo a Panini e a CNN Brasil, cada envelope vem com sete figurinhas e custa R$ 7.

O cálculo mínimo exige 140 pacotes para alcançar as 980 unidades. Dessa forma, o gasto inicial fica em R$ 980.

A conta real, porém, costuma ser maior. As figurinhas repetidas fazem parte da dinâmica da coleção e aumentam o investimento final.

Conforme estimativas da CNN Review, completar o álbum pode custar a partir de R$ 1.004,90 e ultrapassar R$ 7 mil.

O valor depende da sorte na abertura dos pacotes, da quantidade de repetidas e das trocas realizadas durante a coleção.

Demanda cresce logo na primeira semana

Álbum oficial da Copa do Mundo 2026 sobre mesa de madeira com pacotes de figurinhas, cromos especiais e cartas de jogadores espalhadas ao redor.
Álbum da Copa do Mundo 2026, pacotes da Panini e figurinhas especiais mostram a nova febre entre colecionadores antes do início do Mundial.

O interesse do público apareceu rapidamente após o lançamento.

Segundo a Americanas, foram vendidas 4 milhões de figurinhas apenas na primeira semana.

A fábrica da Panini em Barueri, em São Paulo, também opera em ritmo intenso para atender Brasil e América Latina.

A produção diária chega a 11 milhões de cromos, reforçando a força da febre das figurinhas antes mesmo do início do Mundial.

Esse movimento mostra como o álbum segue relevante mesmo em uma era marcada por coleções digitais, aplicativos e redes sociais.

Trocas ajudam a reduzir gastos e repetidas

Muitos colecionadores conseguem economizar com organização, planejamento e trocas frequentes.

Grupos em aplicativos, feiras especializadas e encontros presenciais se tornaram aliados importantes para reduzir o acúmulo de repetidas.

As trocas aumentam as chances de completar o álbum sem depender apenas da compra de novos envelopes.

Colecionadores mais organizados costumam separar os cromos por número, seleção e tipo de figurinha.

Esse controle facilita negociações, evita perdas e torna o processo mais eficiente do início ao fim.

Acessórios ganham importância na coleção

Com centenas de cromos em circulação, a organização vai além do álbum.

Pastas, divisórias, porta-figurinhas e plásticos individuais ajudam a proteger os itens durante o manuseio e o transporte.

As 68 figurinhas metalizadas exigem cuidado extra, pois podem sofrer marcas, dobras e desgaste com mais facilidade.

A proteção também interessa aos colecionadores que pretendem preservar o álbum completo como item de memória esportiva.

Fim de uma era entre Panini e Fifa

A coleção de 2026 também ganhou peso histórico por outro motivo.

Na quinta-feira, 7 de maio de 2026, a Fifa anunciou a Fanatics Collectibles, por meio da Topps, como nova parceira de colecionáveis.

A mudança passa a valer a partir de 2031 e encerra uma relação histórica entre Fifa e Panini.

A parceria começou na Copa de 1970, no México, e chegará ao fim após cerca de seis décadas.

Pelo novo acordo, a Fanatics ficará responsável por produtos físicos, digitais e itens ligados às competições oficiais da entidade.

O contrato também prevê a distribuição gratuita de US$ 150 milhões em colecionáveis ao longo da parceria.

O que essa coleção representa para os fãs?

A edição da Copa do Mundo 2026 combina alto custo, recorde de figurinhas e forte apelo nostálgico.

A coleção também pode se tornar uma das últimas grandes edições da Panini com o selo oficial da Fifa.

Para muitos torcedores, completar o álbum vai além da diversão. Trata-se de guardar uma parte simbólica da história das Copas.

Diante de tantos pacotes, repetidas e trocas, você completaria esse álbum mesmo sabendo que o custo pode passar de R$ 7 mil?

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Viviane Alves

Redatora com foco na produção de conteúdos estratégicos voltados para macro e microeconomia, geopolítica, mercado energético, setor automotivo e comércio global.

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