Em meio à rotina do Pix, o empresário brasileiro, Ricardo Faria, citado pela Forbes com patrimônio de R$ 17 bilhões, afirma delegar toda a gestão pessoal e focar na Global Eggs, que faturou mais de US$ 2,5 bilhões em 2025, enquanto o país discute quem realmente controla o próprio saldo.
A fala de um empresário brasileiro, com R$ 17 bilhões estimados em patrimônio, acendeu um contraste imediato com o cotidiano de pagamentos instantâneos no Brasil. Ricardo Faria afirmou que não usa Pix, não sabe a senha da própria conta bancária e não acompanha o saldo de perto, porque a administração pessoal fica delegada.
Conhecido como “Rei do Ovo”, Ricardo Faria é fundador e presidente do conselho de administração da Global Eggs, holding com empresas líderes na produção de ovos no Brasil, na Europa e nos Estados Unidos. Mesmo à frente de operações de grande escala e de um faturamento de mais de US$ 2,5 bilhões em 2025, ele descreve uma rotina em que o cartão de crédito concentra as despesas pessoais.
Quem é Ricardo Faria e por que a frase ganhou tração

A declaração chama atenção primeiro pelo contraste: em um país em que o Pix virou hábito, ouvir um empresário brasileiro, dizer que não usa Pix e sequer conhece a própria senha soa como uma quebra de expectativa.
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O ponto central não é a ausência do Pix, mas a ideia de que a vida financeira cotidiana pode existir sem o controle direto do titular, com terceiros operando acessos, limites e pagamentos.
No relato, Ricardo Faria diz que não sabe quanto tem e ironiza que, se procurar no bolso, talvez encontre apenas uma quantia pequena em dinheiro físico.
Ao mesmo tempo, o patrimônio estimado em R$ 17 bilhões, citado como referência, joga luz sobre um padrão de administração no qual a pessoa fica distante de senhas, aplicativos e do saldo, enquanto uma estrutura de suporte absorve a rotina bancária.
Global Eggs como núcleo do império e o tamanho do dinheiro em 2025
A Global Eggs aparece como a peça estrutural do enredo. Ricardo Faria ocupa a posição de fundador e presidente do conselho de administração, e a holding controla empresas líderes na produção de ovos no Brasil, na Europa e nos Estados Unidos.
Esse desenho ajuda a explicar por que a conversa sobre Pix, senha e saldo ganha outra escala quando o debate envolve governança, conselho e decisões estratégicas.
O dado mais objetivo apresentado é o faturamento de mais de US$ 2,5 bilhões em 2025.
Quando uma organização opera números desse porte, a atenção tende a migrar da conta pessoal para a eficiência do negócio, para a sustentabilidade da operação e para a capacidade de manter desempenho no longo prazo.
Na fala atribuída ao empresário brasileiro, o investimento preferencial também segue essa lógica: ele diz que concentra aportes nos próprios negócios.
Sem Pix, sem senha e com cartão o que a delegação sinaliza
Quando um empresário brasileiro, afirma não ter Pix e não saber a senha da própria conta, ele descreve uma delegação integral da gestão financeira pessoal.
Na prática, isso significa substituir a autonomia cotidiana por um arranjo de confiança, rotinas de controle e profissionais que executam tarefas como pagamentos, monitoramento e organização de despesas.
É uma escolha que reduz fricção para o titular, mas desloca a responsabilidade operacional para uma equipe.
Ricardo Faria afirma que, no uso individual, fica com um cartão de crédito para despesas pessoais. Esse detalhe é relevante porque o cartão funciona como uma interface simplificada, enquanto o restante é resolvido por processos e pessoas.
O ganho é conveniência, mas o custo é depender de rotinas alheias para garantir rastreabilidade e segurança, especialmente quando a identidade digital do titular não está no centro da operação diária.
Repercussão nas redes e o contraste com a rotina do Pix
A repercussão foi alimentada por um contraste fácil de visualizar: para grande parte da população, Pix é ferramenta de rotina para pagar contas, dividir despesas e resolver urgências em segundos.
No caso de Ricardo Faria, o Pix aparece como algo ausente, porque a gestão financeira foi transferida para uma estrutura que o protege da operação miúda e do contato direto com aplicativos e senhas.
Esse tipo de relato também produz leituras opostas.
Para alguns, é apenas uma curiosidade sobre como pessoas muito ricas organizam o dia a dia.
Para outros, vira símbolo de uma distância social: a mesma tecnologia que simplificou pagamentos para milhões parece dispensável quando o indivíduo tem equipe e processos para decidir e executar por ele.
Em ambos os casos, a discussão volta para o mesmo eixo: quem opera, quem confere e quem responde quando algo dá errado.
O caso de Ricardo Faria escancara menos uma recusa ao Pix e mais uma forma de organizar poder e responsabilidade: a conta pessoal fica fora do radar, enquanto o foco declarado está em eficiência e continuidade empresarial dentro da Global Eggs.
A discussão real não é sobre aplicativo, é sobre quem assume controle, risco e rotina quando o patrimônio chega a R$ 17 bilhões.
Na sua experiência, o que pesa mais na confiança: ter acesso direto a senha e Pix em todas as etapas, ou delegar completamente para ganhar tempo e reduzir fricção? E, olhando para o Brasil de 2026, até que ponto um empresário brasileiro, pode se dar ao luxo de não usar Pix sem que isso vire assunto público?

Por esse lado ele tá certo em não usar até porque o Pix não é taxado pra quem é pessoa física já pra quem é pessoa jurídica procura ver os valores de taxas sendo ele um empresário esperto não foi atoa que chegou a esse patamar com o uso do cartão não fica com nada de taxa já o Pix infelizmente um país criado pra ser sempre manobrado e manter esses bando de sanguessugas 😤
O homem não disse que não usa o pix, disse que deixa para os gestores das finanças tal movimentação quando a mesma for no Brasil
Ele fala que não usa uma ferramenta (pix) que talvez seja a que mais dê lucro a ele.
Na lógica; Não usa mas depende.