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Canhão Lorentz caseiro dispara raio de 240 mil volts, cria canal de plasma no ar, arrebenta madeira, frita TV e faz onda de choque ensurdecedora, enquanto banco Marx multiplica tensão até 210 mil para mirar qualquer alvo aterrado hoje mesmo

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Escrito por Bruno Teles Publicado em 21/01/2026 às 14:42 Atualizado em 21/01/2026 às 14:43
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Canhão Lorentz caseiro gera plasma com alta tensão usando banco Marx, produz onda de choque e danos físicos e eletrônicos em testes extremos.
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Canhão Lorentz caseiro e os riscos reais de alta tensão pulsada em plasma no ar com ondas de choque e dano eletrônico severo em ambiente urbano

Em um pátio de testes no sul da Flórida, perto de Miami, um experimento de alta tensão descrito como canhão Lorentz caseiro foi associado a pulsos na casa de centenas de milhares de volts e à formação de um canal de plasma no ar, com efeitos de choque acústico e destruição de alvos.

O relato inclui números como 240.000 volts e picos que chegam a 210.000 volts, além de menções a correntes de dezenas de milhares de ampères, ruído ensurdecedor e interferência destrutiva em eletrônicos, evidenciando por que sistemas desse tipo são tratados como risco extremo fora de ambientes controlados.

O que acontece quando um pulso extremo vira plasma no ar

Canhão Lorentz caseiro gera plasma com alta tensão usando banco Marx, produz onda de choque e danos físicos e eletrônicos em testes extremos.

Quando a diferença de potencial atinge níveis muito altos, o ar pode deixar de atuar como isolante e passar a conduzir. No cenário descrito, isso aparece como um canal de plasma visível, comparado a condições elétricas encontradas em raios naturais, com a descarga “abrindo caminho” até um alvo aterrado.

O plasma, nesse contexto, é um gás ionizado. Ele se forma quando o campo elétrico é suficiente para arrancar elétrons de moléculas do ar, criando uma trilha condutora. O resultado é uma descarga que não é apenas “faísca”: é um caminho com energia concentrada, capaz de produzir luz intensa, calor localizado e perturbação eletromagnética.

No teste descrito, a descarga vem acompanhada de uma onda de choque relatada como familiar e ensurdecedora, com eco percebido a grande distância, na escala de centenas de metros. Em termos físicos, o aquecimento súbito do ar no canal de plasma expande o gás violentamente, criando um pulso de pressão.

Essa pressão pode se traduzir em deslocamento de objetos, ruptura de materiais leves e impacto indireto em estruturas. Por isso, o ruído não é um detalhe “cinematográfico”: ele é um indicador de energia liberada rapidamente no ambiente.

Madeira, estilhaços e o efeito mecânico de uma descarga elétrica

Canhão Lorentz caseiro gera plasma com alta tensão usando banco Marx, produz onda de choque e danos físicos e eletrônicos em testes extremos.

O relato inclui perfuração e destruição de madeira compensada, com menção a rastros de destruição e ao alvo sendo arrebentado quando a energia é elevada. Também aparece uma descrição de estilhaços lançados a velocidades altas, sugerindo que o dano não depende apenas de “queimar” o material, mas de transferir impulso mecânico.

A mensagem técnica aqui é direta: alta tensão pulsada não é apenas eletricidade, é também um evento de compressão e expansão muito rápida do ar, com efeitos mecânicos reais sobre materiais frágeis.

O teste com uma TV descreve um comportamento típico de descargas e campos intensos: mesmo quando o canal de plasma não atravessa frontalmente uma estrutura, ele pode contornar e se conectar a regiões onde o campo encontra caminho para o aterramento, afetando circuitos internos.

Isso se manifesta como dano em componentes e funcionamento anômalo, porque pulsos desse tipo podem induzir sobretensões, arcos internos e colapso de isolamento em placas e cabos. Em linguagem simples e precisa: eletrônica comum não é projetada para sobreviver a eventos de plasma e pulso eletromagnético local.

Por que isso é perigoso fora de laboratório e por que o “caseiro” agrava tudo

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O próprio conjunto de efeitos descritos já explica a gravidade: centenas de milhares de volts, correntes enormes, plasma no ar, ruído ensurdecedor, destruição de materiais e falha de eletrônicos. Em ambiente residencial ou urbano, isso implica risco direto de queimaduras, parada cardíaca, incêndio, danos auditivos e acidentes por estilhaços.

Quando algo assim é tratado como “caseiro”, o risco aumenta por dois motivos práticos: ausência de redundâncias profissionais de segurança e maior chance de falha de componentes sob estresse, com comportamento imprevisível. O relato cita falhas “violentas” de capacitores sob sobrecarga, que é exatamente o tipo de evento que, na vida real, pode se traduzir em explosão, fragmentação e fogo.

O cenário citado envolve uma área de testes em um pátio, com operação a partir de um console, além de menções a proteção ocular e auricular reforçada e preocupação com vizinhos por causa do barulho. Esse tipo de detalhe contextual reforça que o fenômeno não é “de bancada”: ele se comporta como um evento de alto risco que afeta o entorno.

O ponto central é que uma demonstração com energia pulsada em alta tensão, mesmo quando apresentada como experimento, produz efeitos típicos de ambientes industriais e de pesquisa, não de garagem.

O caso reúne os elementos clássicos de um evento elétrico extremo: plasma no ar, pulso de alta tensão, onda de choque e dano eletrônico, com impactos físicos observáveis em madeira e equipamentos. O recado técnico mais importante é que a combinação de alta tensão e descarga atmosférica artificializada não é um “experimento curioso”: é um risco real, com capacidade de ferir pessoas, provocar incêndios e destruir sistemas eletrônicos ao redor.

Qual desses pontos te assusta mais: a onda de choque ensurdecedora ou a facilidade de destruir eletrônicos sem encostar diretamente no alvo?

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Bruno Teles

Falo sobre tecnologia, inovação, petróleo e gás. Atualizo diariamente sobre oportunidades no mercado brasileiro. Com mais de 7.000 artigos publicados nos sites CPG, Naval Porto Estaleiro, Mineração Brasil e Obras Construção Civil. Sugestão de pauta? Manda no brunotelesredator@gmail.com

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