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Candidato revela como estratégia do ‘silêncio’ o na entrevista de emprego ajudou a garantir um salário maior: ‘Basta calar a boca’

Escrito por Fabio Lucas Carvalho
Publicado em 05/06/2026 às 18:08
Atualizado em 05/06/2026 às 18:23
Candidato fica em silêncio após oferta 15% menor e consegue US$ 12 mil extras em negociação salarial que viralizou
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Após quase seis semanas de processo seletivo e quatro rodadas de entrevistas, um candidato relatou que recebeu uma proposta salarial cerca de 15% abaixo da faixa discutida inicialmente, ficou em silêncio por 30 segundos e acabou conseguindo US$ 12 mil a mais, além de bônus de contratação.

Recentemente, após quase seis semanas e quatro etapas de seleção, um candidato relatou ter transformado uma oferta salarial abaixo do combinado em um pacote maior ao permanecer em silêncio durante a negociação, episódio que viralizou no Reddit e dividiu opiniões sobre riscos e eficácia da tática.

Um candidato recebeu uma oferta salarial cerca de 15% abaixo da faixa discutida no primeiro contato com a recrutadora e, ao permanecer em silêncio por 30 segundos, conseguiu US$ 12 mil a mais e bônus de contratação.

Silêncio marcou a fase final da negociação

O caso ganhou repercussão após ser relatado pelo próprio candidato em uma publicação no Reddit. Ele afirmou que chegou à conversa final depois de quase seis semanas de processo seletivo, com quatro rodadas de entrevistas técnicas e interpessoais.

No momento em que a recrutadora apresentou os números, a proposta ficou abaixo do intervalo tratado na triagem inicial. Em vez de justificar por que merecia remuneração maior, o candidato decidiu não responder imediatamente.

A pausa durou cerca de meio minuto. Ele descreveu o silêncio como um dos momentos mais desconfortáveis de sua vida profissional, mas manteve a estratégia durante a ligação.

entrevista de emprego
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Oferta inicial ficou abaixo da faixa combinada

A recrutadora foi a primeira a retomar a conversa. Ela mencionou orçamento apertado e benefícios oferecidos pela empresa, mas interrompeu a própria explicação quando percebeu que o candidato continuava sem reação verbal.

Com a tensão da chamada, ela informou que consultaria o gerente responsável pela contratação para verificar se havia margem de ajuste no salário-base. Dez minutos depois, retornou com uma oferta maior.

O novo pacote incluía US$ 12 mil adicionais e um bônus de assinatura. O candidato afirmou que o dinheiro pareceu surgir apenas quando ele parou de falar e deixou a empresa avaliar o risco de perder alguém já aprovado no processo.

Candidato defendeu tática, mas usuários apontaram riscos

Na publicação, o candidato aconselhou outros profissionais a adotarem postura semelhante nas etapas finais de entrevistas, especialmente diante de ofertas consideradas baixas. Para ele, a negociação envolve resistência, e quem fala primeiro costuma ceder espaço.

A história ultrapassou 12 mil votos positivos no Reddit até a última atualização citada. Nos comentários, usuários discutiram os pontos fortes e as limitações da tática.

Um participante avaliou que empresas contam com a pressa e a educação dos candidatos para impedir pausas longas. Outro questionou o que ocorreria se a recrutadora simplesmente insistisse por uma resposta direta, sem elevar a proposta.

Também houve relatos de experiências parecidas. Um usuário disse que, ao hesitar diante de uma oferta de uma grande empresa, recebeu aumento de US$ 10 mil sem ter planejado a pausa como estratégia.

Outro comentou que respondeu apenas com silêncio depois de informar o valor que precisava para aceitar a vaga. A empresa, inicialmente resistente, acabou chegando ao patamar considerado confortável por ele.

A reação online também mostrou que a mesma pausa pode ser interpretada como confiança, desconforto real ou simples hesitação, dependendo da experiência do recrutador e do candidato.

O episódio reforça como a etapa de remuneração pode mudar o resultado de um processo seletivo. Mesmo após entrevistas bem-sucedidas, a condução da conversa final pode definir se a proposta será aceita, ajustada ou recusada.

Fonte: ndtv.

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Fabio Lucas Carvalho

Jornalista especializado em uma ampla variedade de temas, como carros, tecnologia, política, indústria naval, geopolítica, energia renovável e economia. Atuo desde 2015 com publicações de destaque em grandes portais de notícias. Minha formação em Gestão em Tecnologia da Informação pela Faculdade de Petrolina (Facape) agrega uma perspectiva técnica única às minhas análises e reportagens. Com mais de 10 mil artigos publicados em veículos de renome, busco sempre trazer informações detalhadas e percepções relevantes para o leitor.

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