BlackRock muda rota nos EUA após a dívida americana chegar a US$ 38,4 trilhões em dezembro de 2025 e crescer US$ 2,3 trilhões em 11 meses; com rumores de saída de US$ 2,1 trilhões, a gestora subpondera Treasuries longos e reforça diversificação global, mirando juros e risco cambial em 2026.
Em 2026, BlackRock muda rota nos EUA em meio a uma leitura de deterioração fiscal e mudança de fluxo de capital, num cenário em que a dívida nacional é citada como US$ 38,4 trilhões em dezembro de 2025, após subir de US$ 36,1 trilhões em janeiro de 2025, um aumento de US$ 2,3 trilhões em 11 meses.
A reorientação é descrita como resposta a um ambiente em que Treasuries longos passam a ser subponderados e a diversificação global ganha prioridade, ao lado de debates sobre o impacto imediato em juros, liquidez e composição de carteiras, com a hipótese de saída de capital e de redução gradual de exposição ao dólar.
O gatilho fiscal: dívida em US$ 38,4 trilhões e o custo crescente dos juros
O ponto de partida é a leitura de que a dívida americana já é um dado “real acumulado”, com livros fechados “a partir de dezembro de 2025”, e não projeção futura.
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No recorte citado, a dívida dos EUA teria saltado de US$ 36,1 trilhões em janeiro de 2025 para US$ 38,4 trilhões em dezembro de 2025, somando US$ 2,3 trilhões em 11 meses.
No mesmo conjunto de números, o custo do carregamento aparece como pressão estrutural: o governo dos EUA é descrito como pagando mais de US$ 1 trilhão por ano apenas em juros, valor apresentado como superior a despesas como defesa e Medicare.
A mensagem central é técnica: quando a conta de juros cresce, o mercado tende a exigir prêmio mais alto para prazo longo, pressionando a curva.
Liquidez e oferta monetária: a expansão do M2 e o ambiente de preços de ativos
O texto associa a manutenção do sistema a expansão monetária e liquidez.
Um marcador citado é a alta do M2, que teria ido de US$ 15,5 trilhões em fevereiro de 2020 para US$ 21 trilhões em abril de 2022, um aumento de 40% em 26 meses.
O encadeamento proposto é que expansão monetária alimenta inflação, bolhas de ativos e desigualdade, com preços de ativos se descolando de fundamentos.
Dentro dessa narrativa, o mercado de ações aparece em máximas históricas enquanto salários reais ficam estagnados, e preços de casas são citados como tendo subido 73% desde 2019.
O recado para 2026 é que, se a liquidez diminui e o mercado reprecifica risco fiscal, os ativos mais sensíveis a juros longos tendem a sofrer primeiro.
Saída silenciosa e Treasuries: o argumento da redução de posições estrangeiras
A mudança de rota é apresentada como parte de uma fase de “êxodo silencioso”, com venda gradual de títulos do Tesouro por grandes detentores.
Os exemplos citados incluem a China, que teria mantido mais de US$ 1 trilhão em Treasuries em 2013 e hoje estaria em US$ 760 bilhões, com venda de mais de US$ 300 bilhões na última década.
Outro exemplo citado é o Japão, descrito como reduzindo a posição em US$ 220 bilhões desde 2022, “mês após mês”.
Também são mencionadas reduções por Arábia Saudita, Bélgica, Suíça e França.
O argumento se completa com o Federal Reserve reduzindo o próprio balanço por aperto quantitativo, deixando títulos vencerem sem reinvestir, drenando liquidez.
BlackRock muda rota nos EUA: o que muda na carteira e por que o prazo longo é o alvo
É nesse contexto que BlackRock muda rota nos EUA com uma orientação descrita como redução de exposição ao Tesouro americano e aumento de diversificação fora do eixo dólar.
A gestora é descrita como maior gestora do mundo, com mais de US$ 10 trilhões em ativos, e como tendo reestruturado portfólios ao reduzir exposição ao Tesouro e ampliar posições fora dos EUA.
A lista de reforços citados inclui mercados emergentes, infraestrutura europeia, mercado imobiliário asiático, além de ouro e commodities, como forma de diversificar para além de exposição concentrada em ativos denominados em dólar.
O alvo explícito são Treasuries longos, mais sensíveis a movimentos de juros e a mudanças de percepção sobre risco fiscal e inflacionário.
Efeito em juros e carteiras em 2026: duration, dólar e risco de concentração
O efeito descrito para 2026 é de transmissão por três canais.
Primeiro, juros: quando prazo longo perde demanda estrutural, o mercado tende a exigir maior retorno para financiar o Estado, afetando preço de títulos e custo de capital.
Segundo, câmbio: se a demanda por dólares cai e o fluxo se diversifica, o dólar pode perder exclusividade gradualmente, alterando a precificação de ativos globais.
Terceiro, carteiras: concentração em ativos denominados em dólar aumenta vulnerabilidade a reprecificação simultânea de ações, títulos e imóveis quando liquidez recua.
A orientação proposta no texto é reforçar diversificação por classe de ativos e por geografia, citando moedas e jurisdições como exemplos de diversificação cambial e regulatória, e apontando o ouro como ativo que “mantém valor” historicamente, além de commodities e ativos reais.
Rumores de saída e a leitura de “subponderar” Treasuries longos
O tema inclui rumores de saída de US$ 2,1 trilhões ganhando força, e o texto conecta esse tipo de narrativa ao comportamento de “dinheiro inteligente” que se move antes de manchetes.
Nessa leitura, “subponderar” Treasuries longos não é um gesto simbólico: é uma decisão de alocação que reduz duration e tenta proteger a carteira de choque em taxa longa.
O desenho operacional que aparece é o de uma mudança calculada: reduzir o que é mais sensível à taxa e reforçar o que tende a se beneficiar de diversificação global, sobretudo quando a confiança no equilíbrio fiscal e no regime de liquidez entra em questionamento.
Em 2026, BlackRock muda rota nos EUA dentro de um conjunto de números que coloca a dívida em US$ 38,4 trilhões em dezembro de 2025 e descreve redução de exposição a Treasuries longos, com reforço de diversificação global para além do dólar.
A hipótese de saída de capital, somada ao aperto de liquidez e ao custo de juros, é apresentada como um vetor capaz de mexer em juros, câmbio e precificação de ativos ao mesmo tempo.
Se você está acompanhando esse movimento, o passo mais realista é revisar a exposição a prazo longo e a concentração geográfica na carteira, testando cenários de juros mais altos e liquidez mais curta, sem depender de um único eixo de moeda e mercado.
Na sua opinião, a decisão de subponderar Treasuries longos em 2026 é mais sobre risco de juros ou sobre risco de dólar e fluxo global?


Concordo com o comentário do Clidenor e acrescento minha impressão de terem se utilizado de uma IA para transcrever o artigo.
Acho que os redatores de artigos devem estar de folga e por isso resolveram apelar para um texto direcionando alguma IA para o desenvolvimento do assunto em um artigo.
Boa tarde! A matéria é muito boa, mas a impressão que dá é ué foi-me feita uma tradição literal das fontes originais em inglês, transparecendo baixo domínio tanto da língua inglesa quanto da nossa bela língua portuguesa no que tange a parte técnica, tanto econômica quanto de Finanças. Não se escreve assim nem se usa alguns dos jargões dessa forma na língua portuguesa. Sugiro maior pesquisa e estudo antes. Boa sorte e sucesso!
Bom dia: No atual cenario mundial as gtandes economias tendem a proteger seus ativos ; pois estamos vivendo um ambiente um tanto nerveso, por isso do gtandes investidores buscam divercificar seus ativos Como pode surgir outras moedas , como no caso do Brics e outras sistemas trsnsascionais a diversificacao e o caminho .