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Banco que patrocinou a Globo em 2025 quebra logo depois, Banco Central liquida Will Bank, trava cartões, aciona FGC, promete indenizar 800 mil clientes, e escancara rombo bilionário no sistema financeiro brasileiro em 2026 histórico para investidores digitais em massa

Escrito por Bruno Teles
Publicado em 21/01/2026 às 12:25
Atualizado em 21/01/2026 às 12:26
Will Bank: Banco Central liquida banco digital, FGC cobre investidores, Mastercard trava cartões, e crise do grupo Master expõe rombo e incerteza.
Will Bank: Banco Central liquida banco digital, FGC cobre investidores, Mastercard trava cartões, e crise do grupo Master expõe rombo e incerteza.
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O Banco Central decretou a liquidação do Will Bank, banco digital do grupo Master, já em administração especial desde novembro. Sem solução para a instituição, cartões Mastercard pararam de transacionar. O FGC promete indenizar cerca de 800 mil investidores em CDBs garantidos.

A liquidação do Will Bank foi decretada pelo Banco Central nesta quarta-feira, 21 de janeiro de 2026, marcando o colapso do banco digital do grupo Master poucos meses após a instituição ter entrado em regime de administração especial temporária desde novembro. Em 2025, o Will Bank investiu entre R$ 120 milhões e R$ 160 milhões em patrocínio na TV Globo, e agora aparece no centro de uma intervenção que afetou diretamente clientes e a operação de cartões.

O Will Bank havia sido preservado quando ocorreu a liquidação do Banco Master, porque existiam investidores interessados em adquirir a instituição, mas o acordo não avançou. A tentativa de manter as atividades sob o regime especial, que poderia durar até 120 dias, não evitou a deterioração do funcionamento, e a situação se agravou quando o banco começou a deixar de pagar participantes da cadeia do cartão de crédito, incluindo a bandeira Mastercard, que interrompeu transações com cartões do Will Bank.

O que aconteceu no dia 21 de janeiro de 2026 em Pernambuco e no Brasil

Will Bank: Banco Central liquida banco digital, FGC cobre investidores, Mastercard trava cartões, e crise do grupo Master expõe rombo e incerteza.

O ato do Banco Central que determinou a liquidação do Will Bank foi publicado em 21 de janeiro de 2026, com justificativa vinculada ao quadro econômico-financeiro e à insolvência, além do vínculo de interesse associado ao controle do Banco Master. O ponto central é que a liquidação formaliza que a instituição não apresentou solução viável dentro do processo conduzido pelo regulador.

Embora o impacto seja nacional por se tratar de um banco digital, o episódio ganha peso porque ocorre na sequência da liquidação do Banco Master, já que o Will Bank era o banco digital do mesmo grupo. Na prática, a decisão do Banco Central redefine o status do Will Bank e muda o horizonte dos clientes, que passam a lidar com restrições operacionais e com os mecanismos de proteção a investidores.

Antes da liquidação, o Will Bank estava sob regime de administração especial temporária desde novembro, um modelo no qual as atividades são preservadas, mas os dirigentes perdem o mandato. Esse regime poderia ser mantido por até 120 dias, indicando que o banco operava sob monitoramento e intervenção administrativa, com foco em encontrar uma solução para continuidade ou reorganização.

O Will Bank permaneceu em funcionamento durante esse período, mas a tentativa de viabilizar a instituição não se concretizou. O dado decisivo informado pelo regulador foi a ausência de uma solução para o Will Bank, e isso se conectou diretamente a problemas na cadeia de pagamentos do cartão de crédito.

Travamento de cartões e o papel da Mastercard no bloqueio de transações

Will Bank: Banco Central liquida banco digital, FGC cobre investidores, Mastercard trava cartões, e crise do grupo Master expõe rombo e incerteza.

Um dos efeitos mais imediatos relatados foi o travamento de transações via cartões. Segundo o responsável regulatório pelo Will Bank, a instituição começou a parar de pagar participantes da cadeia do cartão de crédito, citando a bandeira Mastercard como exemplo. Como consequência, os cartões Mastercard já haviam parado de aceitar transações feitas via cartões do Will Bank.

Esse detalhe operacional é crítico porque traduz a crise em algo percebido no dia a dia: quando a bandeira deixa de aceitar transações, o cliente sente o impacto no momento do pagamento. Ao mesmo tempo, o bloqueio por parte da Mastercard sinaliza que o problema ultrapassou uma instabilidade interna e atingiu o funcionamento do ecossistema de cartões associado ao Will Bank.

Em 2025, o Will Bank investiu entre R$ 120 milhões e R$ 160 milhões em patrocínio na TV Globo. O contraste entre essa despesa de visibilidade e o desfecho de liquidação em 2026 ampliou a atenção sobre a trajetória do banco digital dentro do grupo Master.

O dado do patrocínio reforça o tamanho do posicionamento publicitário recente do Will Bank e, ao mesmo tempo, evidencia a rapidez do agravamento da crise até a intervenção formal do Banco Central. O encadeamento é direto: em um ano há o investimento elevado em patrocínio, e no seguinte vem a liquidação decretada pelo regulador.

O que o Banco Central apontou ao decretar a liquidação do Will Bank

No ato que determinou a liquidação do banco do grupo Master, o Banco Central justificou a medida citando o comprometimento da situação econômico-financeira e a insolvência, além do vínculo de interesse evidenciado pelo poder de controle do Banco Master. Em termos práticos, isso significa que o regulador concluiu que a condição do Will Bank não sustentava a continuidade dentro dos parâmetros avaliados.

Esse enquadramento também conecta formalmente a decisão ao contexto do grupo, já que o Will Bank era o banco digital do Master. Assim, a liquidação não aparece como um evento isolado, mas como desdobramento de um cenário que já vinha sendo enfrentado no âmbito do Banco Master.

Para quem tinha dinheiro investido no Will Bank, o ponto central apresentado envolve o FGC (Fundo Garantidor de Créditos). A previsão é que o FGC pague até R$ 250 mil para cerca de 800 mil investidores que tinham valores em Certificados de Depósito Bancário (CDBs) e outros títulos garantidos.

O volume indicado faz o episódio ganhar escala histórica: foi apontado que essa seria a maior indenização já feita pelo fundo. Para investidores digitais em massa, o dado de 800 mil investidores funciona como termômetro de alcance do Will Bank e do tamanho do desafio operacional de ressarcimento dentro do mecanismo de garantia.

O que muda para clientes e investidores no curto prazo

Com a liquidação decretada e o travamento de transações envolvendo cartões Mastercard, o episódio se divide em duas frentes. A primeira é o impacto operacional imediato associado ao uso do cartão do Will Bank. A segunda envolve a perspectiva de indenização via FGC para quem tinha investimentos em CDBs e outros títulos cobertos.

O ponto mais sensível é o prazo percebido pelo cliente: cartão travado é efeito instantâneo, enquanto indenização depende do rito de pagamento do FGC e da identificação do que está coberto. Dentro das informações disponíveis, o dado objetivo é o teto de R$ 250 mil e o universo estimado de 800 mil investidores associados ao Will Bank.

A liquidação do Will Bank em 21 de janeiro de 2026, decretada pelo Banco Central, expôs a deterioração do banco digital do grupo Master após um período em administração especial temporária desde novembro e a falha em encontrar compradores, mesmo após ter sido preservado na liquidação do Master. Com cartões Mastercard parando de transacionar e o FGC prometendo cobertura de até R$ 250 mil para cerca de 800 mil investidores, o caso entra como um marco de impacto amplo no sistema financeiro brasileiro.

Se você foi afetado pelo Will Bank, a ação mais realista é identificar se você está no grupo de investidores com CDBs e títulos garantidos e acompanhar as comunicações relativas ao pagamento pelo FGC, além de considerar alternativas imediatas para movimentações que dependiam do cartão.

Na sua opinião, a liquidação do Will Bank vai virar um alerta definitivo para investidores de bancos digitais, ou esse tipo de choque ainda vai se repetir em 2026?

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Lourival Mascarenhas Filho
Lourival Mascarenhas Filho
27/01/2026 07:13

Se eu soubesse que correria esse risco tinha feito minhas transações em banco físico e jamais em banco digital . Serve sim como alerta

Joni
Joni
23/01/2026 15:47

A roda gira, os vigaristas também! E não faltam **** no mercado!
Logo, aguardemos o próximo!

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Bruno Teles

Falo sobre tecnologia, inovação, petróleo e gás. Atualizo diariamente sobre oportunidades no mercado brasileiro. Com mais de 7.000 artigos publicados nos sites CPG, Naval Porto Estaleiro, Mineração Brasil e Obras Construção Civil. Sugestão de pauta? Manda no brunotelesredator@gmail.com

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