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Apple atropela Wall Street, vende iPhones em ritmo insano, fatura US$ 144 bilhões em três meses e despeja US$ 42 bilhões de lucro, cravando o trimestre mais poderoso da sua história recente

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Escrito por Maria Heloisa Barbosa Borges Publicado em 30/01/2026 às 00:33
Apple dispara com vendas de iPhone, receita bilionária, lucro recorde e avanço em serviços, marcando um dos trimestres mais fortes já vistos no mercado de tecnologia.
Apple dispara com vendas de iPhone, receita bilionária, lucro recorde e avanço em serviços, marcando um dos trimestres mais fortes já vistos no mercado de tecnologia.
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Apple surpreende o mercado com vendas recordes de iPhone, receita de quase US$ 144 bilhões e lucro de US$ 42 bilhões no trimestre fiscal, superando previsões de analistas e consolidando um dos períodos financeiros mais fortes já registrados pela companhia.

A Apple iniciou o ano fiscal com um desempenho que superou as expectativas de Wall Street, impulsionada principalmente por vendas históricas de iPhone. A Apple registrou receita de US$ 143,76 bilhões e lucro líquido de US$ 42,1 bilhões em apenas três meses.

Esse resultado colocou a Apple em um dos trimestres mais lucrativos de sua trajetória recente, com crescimento relevante em várias frentes e forte avanço da base de dispositivos ativos, reforçando a força do ecossistema da companhia.

iPhone lidera explosão de resultados da Apple

O grande motor do trimestre da Apple foi o iPhone. A receita com o principal produto da empresa chegou a US$ 85,27 bilhões, alta de 23% na comparação anual e bem acima das estimativas do mercado.

Segundo a Apple, a demanda foi impulsionada pelos modelos iPhone 17 lançados em setembro. O desempenho marcou uma virada importante em relação ao mesmo período do ano anterior, quando as vendas do iPhone haviam mostrado fraqueza.

O executivo-chefe Tim Cook destacou que a procura pelo iPhone foi excepcional, reforçando que o produto voltou a puxar o crescimento da Apple de forma contundente.

Receita e lucro superam previsões de Wall Street

A Apple registrou lucro por ação de US$ 2,84, superando a estimativa média do mercado, que era de US$ 2,67. No mesmo trimestre do ano anterior, o indicador havia sido de US$ 2,40.

A margem bruta também avançou, atingindo 48,2%, acima da projeção de 47,5%. Os números mostram que a Apple não apenas vendeu mais, como conseguiu manter rentabilidade elevada mesmo com volumes maiores.

Base ativa de dispositivos atinge novo patamar

A Apple informou que sua base ativa de dispositivos, que inclui iPhones, Macs e outros produtos, chegou a 2,5 bilhões de unidades em uso no mundo. O número era de 2,35 bilhões no ano anterior.

Esse dado é relevante porque indica o potencial de expansão do segmento de serviços da Apple, já que cada dispositivo ativo representa uma porta de entrada para assinaturas, publicidade e outras fontes recorrentes de receita.

China impulsiona crescimento regional da Apple

A Apple registrou desempenho especialmente forte na China, incluindo Taiwan e Hong Kong. A receita na região avançou 38%, alcançando US$ 25,53 bilhões, com o iPhone novamente como principal destaque.

Segundo a Apple, houve crescimento expressivo nas atualizações de aparelhos na China continental, além de aumento no número de consumidores que migraram de outras marcas para o ecossistema da empresa.

Nem todas as linhas acompanharam o ritmo do iPhone

Apesar do trimestre forte, algumas áreas da Apple tiveram desempenho mais moderado. A receita com Macs somou US$ 8,39 bilhões, queda de 7% em relação ao ano anterior e abaixo das expectativas do mercado.

Já o iPad apresentou resultado positivo, com crescimento de 6% nas vendas, atingindo US$ 8,6 bilhões. Cerca de metade dos compradores do tablet no período eram novos usuários do produto, segundo a Apple.

Wearables e serviços mostram comportamentos diferentes

A divisão de Wearables, Casa e Acessórios da Apple, que inclui Apple Watch, AirPods e Vision Pro, registrou receita de US$ 11,49 bilhões, queda de 2% na comparação anual.

Por outro lado, o segmento de Serviços da Apple avançou 14% e atingiu US$ 30,01 bilhões. A empresa destacou o aumento da audiência do Apple TV, crescimento de assinaturas e maior contribuição de publicidade e garantias. Os serviços seguem como peça central da estratégia de longo prazo da Apple.

As ações da Apple reagiram de forma moderada após a divulgação do balanço, com alta de 0,8%, enquanto investidores analisam a sustentabilidade desse ritmo de crescimento nos próximos trimestres.

Você acha que a Apple consegue manter esse nível de vendas de iPhone e lucro nos próximos resultados ou esse trimestre foi um ponto fora da curva?

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Maria Heloisa Barbosa Borges

Falo sobre construção, mineração, minas brasileiras, petróleo e grandes projetos ferroviários e de engenharia civil. Diariamente escrevo sobre curiosidades do mercado brasileiro.

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