1. Início
  2. Biocombustíveis Renováveis
  3. A produção de biocombustíveis no Brasil está em uma nova rota tecnológica após deliberação Governo Federal, através do CNPE
RJ
2 min de leitura

A produção de biocombustíveis no Brasil está em uma nova rota tecnológica após deliberação Governo Federal, através do CNPE

Imagem de perfil do autor Luciana Ramalhao
Escrito por Luciana Ramalhao Publicado em 23/11/2022 às 00:16 Atualizado em 23/11/2022 às 05:42
etanol, milho, biocombustíveis
Fonte: somosmilhoes.com
Seja o primeiro a reagir!
Reagir ao artigo
Prefira o CPG no Google

Novas rotas para produção de biodiesel no país é extremamente positiva e favorece a competividade no setor de biocombustíveis, aponta o IBP.

O Instituto Brasileiro de Petróleo e Gás (IBP) acredita que a decisão do Conselho Nacional de Política Energética (CNPE) de incluir novas rotas tecnológicas para a produção de biodiesel no país é extremamente positiva para o setor de biocombustíveis, para o público e para a segurança energética.

A decisão do CNPE de que o diesel verde e a porção renovável do diesel de coprocessamento são elegíveis para o cumprimento da mistura obrigatória de biodiesel ao diesel fóssil para a sociedade promove o uso adicional da biomassa renovável do Brasil, proporciona otimização logística, permite a concorrência entre diferentes produtos e proporciona benefícios em termos de preço, qualidade e fornecimento aos consumidores.

A Política Nacional de Energia e a Política Nacional de Biocombustíveis (Renovabio) incluem ambos produtos renováveis desenvolvidos através de novas rotas tecnológicas.

De acordo com a Política Energética Nacional e a Política Nacional de Biocombustíveis (Renovabio), a inclusão de produtos renováveis a partir de novas rotas tecnológicas é estratificada e uma economia de baixo carbono é incentivada.

Quanto à manutenção da mistura de biodiesel no diesel nos atuais 10% até março de 2023, o Instituto acredita que isso é essencial para a previsibilidade dos agentes na organização de suas operações logísticas para garantir o fornecimento, já que é necessário contratar o biodiesel com antecedência antes do início de cada período de dois meses do calendário.

Este período de transição também é importante para que a ANP complete sua revisão das especificações para o biodiesel da rota de transesterificação, a fim de garantir a viabilidade técnica e adequação à evolução tecnológica dos motores antes do uso de níveis mais altos do produto na mistura obrigatória.

O IBP acredita que a decisão do CNPE irá fortalecer a liderança global do Brasil no desenvolvimento dos biocombustíveis e na transição energética. A decisão do CNPE ainda precisa ser aprovada pelo Presidente da República.

Luciana Ramalhao

Arquiteta e Urbanista e Mestre em Planejamento e Desenvolvimento Urbano Regional. Conhece inúmeros projetos distribuídos em quase 20 países pelos quais já visitou. Além da construção civil, atua como pesquisadora científica e copywriter. Atualmente mora no Canadá, onde está fazendo mais uma especialização.

Compartilhar em aplicativos
Baixar aplicativo