Mergulhador localizou o Phoenix, embarcação da Companhia das Índias Orientais que afundou em 1680, e doou artefatos históricos ao Museu das Ilhas Scilly, na Inglaterra.
Uma descoberta histórica no fundo do mar revelou moedas de ouro, joias e objetos pessoais ligados ao navio Phoenix, naufragado em 1680.
A embarcação pertencia à Companhia das Índias Orientais e retornava de uma viagem à China quando enfrentou mau tempo, bateu em rochas submersas e afundou.
Parte da carga foi recuperada ainda no século XVII. Vários itens, porém, permaneceram submersos por quase 350 anos.
-
Mar do Ceará acende em azul neon durante a noite, viraliza nas redes e deixa moradores intrigados com fenômeno raro chamado “fogo no mar”
-
Cidade de 2 mil anos na China foi construída sobre uma cachoeira de 60 metros: Conheça Furong, a cidade chinesa que impressiona pelo cenário único com cachoeira e casas suspensas, que virou fenômeno mundial e atraiu milhões de turistas em 2025
-
Conhecido como o “Tony Stark da vida real”, um inventor do YouTube construiu “pernas biônicas” para o pai no Dia dos Pais: na verdade, uma cadeira de rodas radical com pernas robóticas que encara escadas e terrenos difíceis para ele “ir a qualquer lugar”
-
Sucateiro gaúcho processa 3 mil toneladas de sucata ferrosa por mês, paga de R$ 0,45 a R$ 3,50 por quilo e mostra por que um cilindro escondido custa 1.500 kg de desconto na carga
A localização foi confirmada pelo mergulhador Todd Stevens, após anos de buscas e análise de um mapa preservado no Museu Marítimo Nacional, em Greenwich, no Reino Unido.
Mapa antigo ajudou a encontrar o Phoenix
Durante décadas, especialistas tentaram identificar o ponto exato do naufrágio.
A busca avançou quando Stevens consultou um mapa histórico ligado ao acidente.
Com base nesse documento, ele delimitou a área onde o Phoenix teria afundado.
Em seguida, mergulhou entre 5 e 40 metros de profundidade.
Nesse processo, encontrou o lastro característico do navio, confirmando a descoberta.
Navio retornava da China com carga valiosa
O Phoenix fazia uma rota comercial de grande importância para a época.
A embarcação voltava da China carregada com especiarias, sedas, tecidos e outros produtos valiosos.
Durante o trajeto, o navio enfrentou condições climáticas ruins.
Como resultado, bateu em rochas submersas e acabou naufragando em 1680.
Na ocasião, grande parte da carga principal foi retirada do mar.
Ainda assim, objetos menores permaneceram esquecidos no fundo oceânico.
Joias, moedas e objetos pessoais foram achados
A investigação subaquática revelou itens de alto valor histórico.
Entre os materiais recuperados estavam:
- Moedas de ouro;
- Joias antigas;
- Apetrechos de navegação;
- Fragmentos de espadas;
- Objetos pessoais da tripulação;
- Possíveis pertences do capitão.
Depois da recuperação, os artefatos foram doados ao Museu das Ilhas Scilly, na Inglaterra.
Agora, os itens serão preservados e exibidos ao público.

Museu destaca valor histórico da doação
Segundo o curador Xavier Duffy, em declaração ao portal britânico Divernet, é difícil acreditar que esses objetos ficaram no fundo do mar por quase 350 anos.
Ele destacou também que a doação garante a preservação do material para futuras gerações.
Dessa forma, a descoberta amplia o acervo histórico das Ilhas Scilly e ajuda a contar parte da navegação britânica do século XVII.
O que você acha mais impressionante nessa descoberta: o mapa que levou ao navio ou os objetos que ficaram quase 350 anos no fundo do mar? Deixe sua opinião!
