História da Chevrolet D20, uma picape que deixou sua marca na indústria automotiva brasileira. Disponível em versões de cabine simples ou dupla, e com motores que iam de quatro a seis cilindros, a gasolina, álcool ou diesel, a D20 foi um sucesso. Vamos descobrir suas evoluções estéticas, suas raras versões especiais e os motivos que levaram ao fim da produção da versão 4×4.
A história das picapes Chevrolet no Brasil começou em 1958 com a Chevrolet 3100, popularmente conhecida como Chevrolet Brasil. Ela tinha faróis circulares, para-lamas largos e uma capacidade de carga impressionante de 733 kg. Sob o capô, havia um motor de seis cilindros de 4.3L com 142 cavalos de potência.
Em 1985, a Chevrolet lançou a série 20, incluindo a famosa D20. Diferente da série 10, a série 20 oferecia motores mais potentes e maior capacidade de carga. A D20 foi equipada com motores a diesel, álcool e gasolina, destacando-se pelo robusto motor Perkins de 3.9L e, posteriormente, pelo motor Maxion S4 de 4.0L.
A Chevrolet D20 passou por várias mudanças estéticas ao longo dos anos
Em 1986, foi lançada a versão cabine dupla desse modelo Chevrolet, oferecendo mais espaço e conforto. Em 1988, surgiram as versões Custom S e Custom DeLuxe, com direção hidráulica de série e opcionais como ar-condicionado e vidros elétricos.
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Uma curiosidade interessante é a versão exportada para o Oriente Médio, chamada GMC B10, baseada na picape C20 brasileira.
A versão 4×4 da D20, lançada em 1989, trazia tração nas quatro rodas
Mas enfrentou problemas de durabilidade na tração dianteira, levando ao fim de sua produção em 1990. Mesmo assim, a D20 4×4 era uma picape muito desejada por sua robustez e capacidade off-road.
Apesar de todas as melhorias e inovações, a Chevrolet encerrou a produção da D20 em 1997, substituindo-a pela Chevrolet Silverado, que não teve o mesmo sucesso de vendas. A D20, com suas versões raras e história marcante, continua sendo uma lenda entre os entusiastas de picapes no Brasil.

