A ex-cientista da NASA Ingrid Honkala, afirma ter passado por três experiências de quase morte (aos 2, 25 e 52 anos) e diz ter tido a mesma percepção de consciência fora do corpo em todas elas, relato dado à Jam Press e repercutido pelo New York Post e The Mirror.
A ex-cientista da NASA Ingrid Honkala, afirma ter passado por três experiências de quase morte ao longo da vida. Em todas elas, segundo ela, teve exatamente a mesma percepção: uma sensação de consciência separada do corpo.
A primeira experiência aconteceu quando Honkala tinha apenas dois anos, após cair em um tanque de água gelada em casa. As outras vieram aos 25 anos, depois de um acidente de moto, e aos 52, durante uma cirurgia em que a pressão arterial dela despencou.
O relato foi dado à agência britânica Jam Press e repercutido por veículos como o New York Post e o The Mirror. Em entrevista, Honkala descreveu a sensação como “entrar em uma camada mais profunda da realidade, além dos nossos sentidos físicos”.
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Apesar de as circunstâncias serem diferentes, ela diz que a experiência foi a mesma nas três vezes. O pânico inicial deu lugar rapidamente a uma sensação de paz absoluta, como se a consciência tivesse se separado do corpo.
O que a ex-cientista da NASA descreve sobre as experiências de quase morte
Honkala afirma que, durante esses episódios, deixou de ter noção de tempo, pensamentos ou medo. No lugar disso, percebeu o que descreve como uma “percepção ampliada de existência”.
“Eu não me sentia mais como um corpo, mas como pura consciência”, relatou à Jam Press. “Havia um entendimento claro de que tudo estava interligado, como se eu estivesse imersa em uma inteligência maior, cheia de clareza e tranquilidade.”
O primeiro episódio, aos dois anos, teve um detalhe específico que a ex-cientista considera relevante. Ela diz ter visto o próprio corpo sem vida na água e, ao mesmo tempo, percebido a mãe a alguns quarteirões de distância.
“Eu a reconheci e pensei: ‘essa é a minha mãe'”, afirmou Honkala. Segundo ela, parecia haver uma forma de comunicação entre as duas, não por palavras, mas por consciência, e a mãe retornou para casa naquele momento e conseguiu socorrê-la.
Anos depois, segundo o relato, mãe e filha perceberam que as lembranças coincidiam.
Como as experiências de quase morte mudaram a visão da ex-cientista sobre a morte
Honkala afirma que os três episódios alteraram completamente a forma como ela enxerga a morte. “Deixei de enxergá-la como um fim”, declarou ao Jam Press.
Para a ex-cientista, o que aconteceu nas três situações se parece mais com uma transição. “Para mim, parece mais uma transição dentro de um contínuo da consciência”, disse Honkala em entrevista.
Essas vivências também a levaram a questionar a relação entre mente e cérebro. Ela passou a considerar que a consciência pode não ser apenas um produto da atividade cerebral, mas algo mais fundamental.
A reflexão tem peso especial vindo de alguém com formação científica. Honkala decidiu seguir carreira em ciência justamente para tentar entender a natureza da realidade, e por anos evitou falar publicamente sobre as experiências.
“Durante anos, foquei apenas na ciência e evitei falar sobre essas experiências”, contou. “Mas hoje vejo que ciência e espiritualidade não precisam estar em conflito. Podem ser formas diferentes de explorar o mesmo mistério.”
O que a ciência diz sobre experiências de quase morte como as relatadas pela ex-cientista
A literatura científica oferece explicações alternativas para o tipo de experiência descrita por Honkala. Especialistas apontam que esses episódios podem estar ligados a reações neurológicas em situações extremas, incluindo alucinações e sensações de dissociação.
Em casos de parada cardíaca, queda brusca de pressão ou anoxia (falta de oxigênio no cérebro), o sistema nervoso central pode produzir percepções intensas que pacientes interpretam como saída do corpo. Pesquisas em neurociência registraram fenômenos similares em ambientes controlados.
Apesar dessas explicações, Honkala mantém sua versão. “Essas experiências transformaram minha forma de ver a vida”, disse à Jam Press.
A ex-cientista representa um perfil que tem ganhado espaço no debate sobre consciência: pessoas com formação científica rigorosa que, após vivências pessoais, passam a defender que o estudo da mente precisa considerar dimensões que a neurociência tradicional não consegue medir.
A discussão sobre a natureza da consciência divide especialistas há décadas. Para alguns pesquisadores, ela é resultado direto da atividade cerebral. Para outros, ainda há um problema fundamental sem solução, conhecido na filosofia da mente como “o problema difícil da consciência”.
Por que o caso da ex-cientista da NASA chama atenção da imprensa internacional
A repercussão do relato de Honkala em veículos como New York Post e The Mirror tem motivo específico. Não é o caso de alguém sem credenciais técnicas relatando uma experiência sobrenatural, mas de uma pessoa que trabalhou na NASA descrevendo um fenômeno que ela mesma classifica como inexplicável pela ciência convencional.
Esse perfil dá à história peso jornalístico que relatos similares de pessoas comuns não costumam ter. A combinação entre formação científica, três episódios distintos ao longo de décadas e a coincidência da percepção em todos eles reúne elementos que viralizam em redes sociais.
O tema também conecta com debate cultural mais amplo sobre consciência, morte e espiritualidade. Livros, séries e podcasts dedicados a experiências de quase morte ganharam audiência crescente nos últimos anos, e relatos como o de Honkala alimentam essa discussão.
Para o leitor, o caso levanta questão que cada um responde de forma diferente: as experiências de quase morte são fenômeno neurológico explicável ou indício de algo que a ciência ainda não consegue mensurar?
E você, acredita em experiências de quase morte? Acha que a consciência pode existir além do corpo? Deixe sua opinião nos comentários.

acredito que a consciência não morre ,sendo ela a percepção da alma , do espírito, que continua vivo por assim dizer, numa vivência de absoluta paz, ligando-se a consciencia Divina, voltando `a “casa”…e’ por isso que acredito…SOMOS DEUS, TEMOS ELE DENTRO DE NOS, BASTA ACREDITARMOS NISSO QUE CONSEGUIMOS REALISAR MILAGRES , MAS PARA ISSO, PRECISAMOS ACREDITAR PIAMENTE …”A FE’ VERDADEIRA, SEM DUVIDAS”…