Experimento conduzido pelo YouTuber Drake Anthony conectou 400 baterias de carro, alcançou corrente superior a 160 mil amperes, exigiu mais de 450 quilos de cobre em uma solução própria e terminou com descargas capazes de deformar metais, destruir um tubo e gerar uma bola de fogo com ferrofluido.
Quatrocentas baterias de carro foram conectadas pelo YouTuber Drake Anthony, conhecido como styropyro, em um experimento para concentrar corrente elétrica, deformar metais e testar potência.
Experimento com baterias de carro reuniu corrente extrema
Conhecido por vídeos extremos, o youtuber dos Estados Unidos Drake Anthony montou sozinho um circuito incomum, em vídeo publicado no dia 21 de fevereiro deste ano. A proposta era observar quanta energia poderia ser liberada quando centenas de baterias fossem ligadas.
O cálculo indicava capacidade superior a 160 mil amperes. Como não havia interruptor automotivo pronto para suportar essa potência, o criador precisou fabricar a solução, utilizando mais de 450 quilos de cobre.
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Por que usar baterias de carro no teste
A escolha ocorreu porque as baterias de carro conseguem fornecer correntes muito altas por mais tempo do que um pulso breve de capacitores. Drake explicou que, embora capacitores sejam lembrados, elas não ficam muito atrás em corrente máxima.
Com o sistema, ele concentrou energia suficiente para deformar um cano. Em algumas tentativas, a eletricidade destruiu o material, em vez de apenas dobrá-lo. Depois, com pulsos magnéticos, o tubo acabou destruído.
Metais foram submetidos a descargas intensas
O experimento avançou para testes com bismuto, titânio e hastes de tungstênio. As descargas geraram explosões e mostraram o efeito da corrente sobre materiais diferentes.
No encerramento, Drake usou ferrofluido e registrou uma bola de fogo. Ele afirmou que foi “a coisa mais legal” que já filmou, após todo o conteúdo ser lançado contra o tubo.
O circuito passou de 10 milhões de watts em um décimo de segundo. Apesar das cenas intensas, as baterias permaneceram intactas e poderiam ser reutilizadas.
Comente o que você achou do teste, se demonstrações assim ajudam a explicar energia elétrica para o público, quais cuidados deveriam orientar experiências desse porte e se o reaproveitamento das baterias muda sua percepção sobre esse tipo de conteúdo científico online.

