Em Goiás e Minas Gerais, a Spic Brasil realizou investimento de R$ 1,2 bilhão na modernização da usina de 1.710 MW para ampliar eficiência e segurança, provocando avanço de quase 50% no projeto e chamando atenção do setor elétrico brasileiro.
A modernização de uma das maiores hidrelétricas do país está avançando em ritmo acelerado.
A Usina Hidrelétrica São Simão, com potência instalada de 1.710 MW, está próxima de atingir 50% de execução do projeto de modernização conduzido pela Spic Brasil.
O empreendimento, em operação desde 1978, passa por uma ampla atualização tecnológica que promete reforçar a confiabilidade do sistema elétrico nacional.
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Usina estratégica opera desde 1978 e passou à Spic em 2018
Localizada na divisa entre Goiás e Minas Gerais, a UHE São Simão é considerada um ativo estratégico para a geração de energia no Brasil.
A Spic Brasil assumiu a operação da usina em 2018, após adquirir a concessão em leilão de relicitação.
Desde então, a companhia iniciou um plano robusto de investimentos para renovar equipamentos e estruturas fundamentais da hidrelétrica.
O projeto já soma R$ 1,2 bilhão aplicados no processo de modernização.
Seis unidades geradoras serão concluídas até 2029
A empresa prevê finalizar as obras nas seis unidades geradoras até 2029. Desde outubro de 2025, a terceira unidade geradora está paralisada para passar pelo processo de modernização.
Agora, a previsão é que essa unidade retorne à operação em agosto deste ano, reforçando gradualmente a capacidade plena da usina.
O cronograma demonstra que a modernização ocorre de forma planejada para minimizar impactos na geração de energia.
Projeto é dividido em sete pacotes construtivos
A modernização da São Simão está estruturada em sete pacotes construtivos. Três já foram concluídos. Esse primeiro envolveu a reforma dos pórticos e das pontes rolantes.
Já o segundo contemplou a substituição dos transformadores elevadores principais.
Por sua vez, o terceiro incluiu a modernização do vertedouro e da unidade hidráulica da tomada de água.
Essas etapas foram consideradas fundamentais para garantir segurança operacional e atualização estrutural da usina.
Obras em andamento envolvem retrofit e melhorias estruturais
Os demais pacotes seguem em andamento.Desse modo, o quarto pacote concentra as obras de engenharia que acompanham todo o processo de modernização e envolvem especialistas e empresas do setor elétrico.
Enquanto isso, o quinto prevê a modernização da casa de força e da tomada de água, incluindo o retrofit das unidades geradoras.
Mas o pacote seis ainda não foi iniciado e prevê atualização dos sistemas de iluminação, aterramento e proteção contra descargas elétricas.
Por fim, o sétimo pacote, introduzido no fim de 2025, contempla as obras civis associadas ao projeto.
A divisão em etapas permite que a usina continue operando enquanto passa por uma transformação tecnológica profunda.
Modernização amplia eficiência e segurança no sistema elétrico
Segundo a CEO da Spic Brasil, Adriana Waltrick, o avanço de quase 50% no projeto reforça o compromisso da empresa com a renovação tecnológica da usina.
A expectativa é ampliar eficiência, confiabilidade e segurança, garantindo que a São Simão continue contribuindo de forma sólida com o sistema elétrico brasileiro.
O investimento também fortalece a vida útil do empreendimento e prepara a hidrelétrica para os próximos anos de operação.
A modernização da UHE São Simão mostra como grandes ativos do setor elétrico estão sendo atualizados para acompanhar novas exigências de desempenho e segurança. Com R$ 1,2 bilhão já investidos e conclusão prevista para 2029, o projeto se consolida como um dos mais relevantes em curso no país.
Você acredita que a modernização de grandes hidrelétricas é essencial para garantir segurança energética no Brasil? Deixe sua opinião nos comentários.


Obviamente que sim ! Os Lagos poderiam tbm ser aproveitados com painéis solares e esta energia poderia ser de algumas maneira adicionada ao sistema. Se tivessem tbm baterias para armazenamento a energia entraria em momentos de pico de consumo no sistema.
Claro que sim, e preciso modernizar para conseguir atender os mais variados desafios de demandas energeticas.