O acordo, divulgado pelo Sada El-Balad e assinado com uma empresa chinesa, prevê uma fábrica de turbina eólica em operação em até dois anos. A produção excedente vai para a exportação, e o país quer elevar as fontes renováveis a 45% da matriz energética nos próximos dois anos.
O Egito vai construir a primeira fábrica do país para a produção de turbina eólica, com capacidade anual de até 2 GW em equipamentos, além de um parque eólico de 2 mil MW na região norte do Golfo de Suez. A informação foi divulgada pelo Sada El-Balad, parceiro da TV BRICS, e será a primeira vez que o país produz uma turbina eólica em solo próprio.
Segundo as informações divulgadas, o acordo foi assinado por uma empresa chinesa especializada em tecnologias modernas para a fabricação de turbinas eólicas, pela Companhia Egípcia de Transmissão de Eletricidade e pela Autoridade Egípcia de Energia Nova e Renovável. A fábrica vai fornecer equipamentos para projetos locais de energia eólica, enquanto a produção excedente será destinada à exportação, com a previsão de entrar em operação em até dois anos após a assinatura, e o parque financiado em libras egípcias, com conexão à rede em até 23 meses.
A primeira fábrica de turbina eólica do Egito

O anúncio egípcio, divulgado pelo Sada El-Balad, parceiro da TV BRICS, prevê a primeira fábrica do país para a produção de turbinas eólicas, com capacidade anual de até 2 GW em equipamentos, além de um parque eólico de 2 mil MW na região norte do Golfo de Suez.
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Será a primeira vez que o país produz uma turbina eólica em solo próprio, em vez de depender da importação dos equipamentos.
Segundo as informações divulgadas, o acordo foi assinado por uma empresa chinesa especializada em tecnologias modernas de fabricação, pela Companhia Egípcia de Transmissão de Eletricidade e pela Autoridade Egípcia de Energia Nova e Renovável.
A fábrica vai fornecer equipamentos para projetos locais de energia eólica, o que posiciona cada turbina eólica produzida como parte da estratégia energética nacional, e não como um item comprado de fora.
A parceria com a China e a internalização da tecnologia
A parceria com a China é central no plano, já que a empresa chinesa traz as tecnologias modernas para a fabricação da turbina eólica que o país ainda não dominava.
Segundo as informações divulgadas, os empreendimentos estão alinhados ao plano do Egito de apoiar a indústria, internalizar tecnologias modernas e ampliar a participação de componentes nacionais em projetos de energia renovável.
A estratégia também busca desenvolver o setor de equipamentos elétricos e reduzir a dependência de importações, trocando as compras no exterior pela produção própria.
Ao fabricar a turbina eólica localmente, o Egito pretende reter mais da cadeia de valor e construir uma capacidade técnica que hoje não tem, em uma aposta na internalização da tecnologia de energia renovável.
Exportação para a África e o Oriente Médio
Além de abastecer os projetos locais, a produção excedente da turbina eólica será destinada à exportação para países da África e do Oriente Médio, em um movimento que amplia o potencial exportador do país em equipamentos de energia renovável.
A previsão, segundo a fonte, é que o empreendimento entre em operação em até dois anos após a assinatura dos acordos.
O projeto do parque eólico será financiado em libras egípcias, e a conexão da usina à rede elétrica nacional deverá ocorrer em até 23 meses. Ao mirar a posição de fornecedor regional da turbina eólica, o Egito tenta deixar de ser apenas um consumidor para se tornar um polo de fabricação de equipamentos de energia renovável para o continente africano.
A meta de 45% de fontes renováveis na matriz
Segundo as informações divulgadas, o premiê do Egito, Mostafa Madbouly, destacou que o governo mantém a cooperação com órgãos públicos e o setor privado para alcançar os objetivos da estratégia energética nacional, da qual a fábrica de turbina eólica é uma das peças.
O plano prevê elevar a participação das fontes renováveis na matriz energética do país para 45% nos próximos dois anos.
A estratégia também inclui desenvolver sistemas de armazenamento para aumentar a eficiência da geração solar e eólica e garantir a estabilidade da rede elétrica nacional.
Nesse desenho, a turbina eólica produzida em casa deve trabalhar ao lado da geração solar e do armazenamento, o que reduz a exposição do país aos equipamentos importados e à intermitência que desafia as fontes renováveis.
O Egito, que segundo o anúncio nunca produziu uma turbina eólica em solo próprio, assinou com a China a construção de sua primeira fábrica, com capacidade anual de até 2 GW, e de um parque eólico de 2 mil MW no Golfo de Suez, conforme divulgado pelo Sada El-Balad, parceiro da TV BRICS.
O objetivo, segundo a fonte, é reduzir importações, internalizar tecnologia moderna, exportar o excedente para a África e o Oriente Médio e elevar as fontes renováveis a 45% da matriz energética em dois anos.
A previsão é que o empreendimento entre em operação em até dois anos, com o parque financiado em libras egípcias e conectado à rede em até 23 meses, numa aposta na internalização da turbina eólica que ainda precisa sair do papel.
E você, o que achou do plano do Egito de erguer a primeira fábrica de turbina eólica com o apoio da China e exportar para a África? Acredita que o país vai cumprir a meta de 45% de fontes renováveis em dois anos? Comente a sua opinião e troque ideias com outros leitores sobre energia e transição energética.
