Supertufão Sinlaku no Oceano Pacífico avança em 2026 com ventos de até 306 km/h e ameaça Ilhas Marianas do Norte, segundo alertas do NWS e da meteorologia japonesa.
O Supertufão Sinlaku no Oceano Pacífico atingiu um estágio extremo de intensidade na segunda-feira, 13 de abril de 2026, às 03h45 (horário de Brasília), com ventos registrados de até 306 km/h, segundo dados divulgados pela Autoridade Meteorológica do Japão. O sistema avança em direção às Ilhas Marianas do Norte, território dos Estados Unidos, com previsão de impactos severos.
De acordo com meteorologistas, o fenômeno começou a se formar a partir de pequenas perturbações atmosféricas no início de abril de 2026 e se consolidou como tufão tropical no dia 9 de abril de 2026, conforme monitoramento oficial da região do Pacífico Ocidental.
Formação do Supertufão Sinlaku no Oceano Pacífico foi rápida e intensa
Segundo a Autoridade Meteorológica, o sistema se intensificou rapidamente ao atravessar águas extremamente quentes do Noroeste do Oceano Pacífico, condição que favorece a formação de ciclones tropicais de alta intensidade.
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O fenômeno segue o padrão conhecido como “Corredor dos Tufões”, localizado na Bacia do Pacífico Ocidental, área considerada uma das mais ativas do planeta para tempestades tropicais, segundo registros históricos da climatologia regional.
Ilhas Marianas do Norte estão sob alerta do NWS
As Ilhas Marianas do Norte, território dos Estados Unidos, devem ser atingidas nos próximos dias pelo sistema, segundo comunicado oficial do Serviço Nacional de Meteorologia dos EUA divulgado em 13 de abril de 2026.
O órgão afirmou que o Sinlaku pode atingir a região como tufão de categoria 4 ou 5, mesmo com possível enfraquecimento gradual. Em nota oficial, o NWS alertou:
“Para aqueles sob aviso nas Marianas, a janela de tempo para completar os preparativos para a proteção de vidas e propriedades está muito próxima de se fechar” (NWS, comunicado oficial, 2026).
Supertufão Sinlaku: Riscos incluem ventos extremos, chuvas e ondas perigosas
Segundo projeções meteorológicas do NWS (2026), os impactos esperados incluem ventos superiores a 250 km/h em áreas expostas, além de chuvas torrenciais com risco elevado de enchentes repentinas.
Entre os principais efeitos previstos estão:
- Ventos destrutivos com potencial estrutural
- Inundações em áreas costeiras e urbanas
- Ondas oceânicas perigosas no Oceano Pacífico
- Deslizamentos de terra em regiões montanhosas
O órgão reforçou ainda que “ventos prejudiciais e potencialmente destrutivos representam ameaça mortal” para pessoas expostas durante o evento (NWS, 2026).
Guam e áreas próximas também entram em estado de atenção
Embora Guam não esteja diretamente na rota do sistema, autoridades locais, com base em alertas do NWS (2026), recomendaram preparação preventiva devido aos efeitos indiretos, como chuvas intensas e instabilidade atmosférica.
O tufão deve continuar sua trajetória rumo ao norte do Oceano Pacífico, atravessando as Ilhas Marianas e perdendo força gradualmente após interação com águas menos favoráveis, segundo projeções meteorológicas regionais.
Comparação com o Ciclone Tropical Maila reforça cenário de alerta
Enquanto o Supertufão Sinlaku avança no hemisfério norte, o Ciclone Tropical Maila, registrado na semana anterior, ganhou força sobre o Mar de Salomão, afetando diretamente Papua Nova Guiné.
De acordo com autoridades locais de emergência (2026), o ciclone deixou pelo menos 11 mortos, incluindo vítimas de deslizamentos de terra e queda de árvores, reforçando o impacto destrutivo de sistemas tropicais na região do Pacífico.
Especialistas continuam monitorando o avanço do sistema sobre o Oceano Pacífico, destacando que, apesar do possível enfraquecimento gradual, os riscos permanecem elevados até que o sistema perca completamente sua estrutura de tufão, segundo atualizações meteorológicas de 2026.
Com informações do Olhar Digital


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