Príncipe William destina 1 milhão de libras, cerca de R$ 7 milhões, ao projeto brasileiro Re.green para restaurar 1 milhão de hectares e capturar até 15 milhões de toneladas de CO₂ por ano na Mata Atlântica e na Amazônia
O Príncipe William investiu 1 milhão de libras esterlinas, cerca de R$ 7 milhões, na palavra chave Re.green, vencedora do Earthshot Prize 2025, para ampliar a recuperação da Mata Atlântica e da Amazônia, com meta de restaurar 1 milhão de hectares e capturar até 15 milhões de toneladas de CO₂ por ano.
Re.green amplia restauração florestal em larga escala
O recurso foi destinado à empresa brasileira re.green, vencedora de uma das categorias do Earthshot Prize 2025, premiação ambiental criada pelo herdeiro do trono britânico para impulsionar soluções inovadoras contra a crise climática.
A iniciativa reconhecida combina inteligência artificial, imagens de satélite e dados ecológicos para restaurar áreas degradadas em larga escala.
-
Amazônia registra menor nível de desmatamento em oito anos e preserva área equivalente a 7 mil campos de futebol, mas avanço em Roraima e alta isolada em março acendem alerta
-
Emirates transforma 88 toneladas de plástico descartado em novos itens de bordo e acelera estratégia global de sustentabilidade, reduzindo resíduos em larga escala enquanto reforça uma economia circular que já impacta milhões de passageiros por ano
-
O que era lixo agora gera milhões: startup converte resíduos em R$ 10 milhões de renda para catadores, impulsiona a reciclagem corporativa e cria uma rede tecnológica que fortalece inclusão social e sustentabilidade em todo o Brasil — conheça a inciatvia da SOLOS
-
Petrobras investe R$ 15 milhões em comunidades quilombolas com projetos de renda, energia solar e educação ambiental, impulsionando o desenvolvimento sustentável, fortalecendo economias locais e ampliando oportunidades para cerca de 300 pessoas em quatro estados brasileiros
O objetivo da re.green é recuperar 1 milhão de hectares de floresta nativa e capturar até 15 milhões de toneladas de CO₂ por ano.
Meta inclui milhões de mudas até 2032
Fundada em 2021, a empresa já cultivou cerca de seis milhões de mudas e prevê o plantio de mais de 65 milhões até 2032.
Atualmente, a atuação se concentra em mais de 34 mil hectares na Bahia, Pará, Maranhão e Mato Grosso.
Os projetos se desenvolvem em áreas de pastagens degradadas. A re.green direciona esforços para restaurar biomas estratégicos, com foco na Mata Atlântica e na Amazônia, ampliando a escala de intervenção ambiental.
Tecnologia orienta seleção de áreas e espécies nativas
Antes do plantio, a re.green utiliza drones, satélites e algoritmos próprios para identificar regiões com maior potencial de recuperação ambiental e retorno climático.
O mapeamento define as áreas com maior viabilidade técnica.
A partir da análise, a empresa adquire ou arrenda propriedades rurais e estabelece o modelo de restauração mais adequado para cada local. A priorização recai sobre espécies nativas de cada bioma.
Monitoramento contínuo e créditos de carbono
O monitoramento das áreas é contínuo e avalia tanto a regeneração da floresta quanto a captura de carbono. O volume capturado é convertido em créditos comercializados com empresas interessadas.
Segundo o CEO Thiago Picolo, restaurar florestas vai além de plantar árvores e exige planejamento técnico e científico. A re.green estrutura suas operações com base nesse princípio.
A cerimônia do Earthshot Prize 2025 ocorreu no Rio de Janeiro e marcou a primeira edição do prêmio na América Latina, reforçando o protagonismo do Brasil na agenda ambiental global e internacional.

A localização está na conta bancária. Localizei a gencia qye vcs vão achar o dinheiro mais árvores mesmo já virou carvão.
O lula vai meter as mãos de nove dedo na Libra do cara vcs pagam pra vê
O governo do PT está acabando com o nosso país
O Lula vai meter os nove dedo na Libra do cara ele maís a **** dele