Porto do Açu: usina termelétrica e terminal de regaseificação recebem 1ª carga de GNL

Flavia Marinho
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05-01-2021 10:21:47
em Petróleo, Óleo e Gás
PORTO DO AÇU - USINA - GÁS NATURAL - GNL

Gás Natural Açu (GNA) recebeu a primeira carga de GNL do Porto do Açu para comissionar usina termelétrica e terminal de regaseificação

A joint venture formada por BP, Siemens e Prumo Logística, a Gás Natural Açu (GNA), informou ontem (04/12) que recebeu em seu terminal de regaseificação no Porto do Açu, a primeira carga de gás natural liquefeito (GNL). Expectativa de reunião da Opep faz disparar o preço do barril do petróleo

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A carga, com cerca de 140 mil metros cúbicos de gás natural liquefeito (GNL), será utilizada no comissionamento do terminal e da usina termelétrica UTE GNA I.

A Gás Natural Açu estima que no primeiro semestre deste ano, a usina, que possui capacidade instalada de 1,34 gigawatts (GW), entre em operação.

No final do ano passado o governo do Rio de Janeiro deu a licença de operação. O projeto faz parte de um parque elétrico que contará com duas térmicas e do projeto que envolve o terminal de regaseificação,

Com cerca de cinco dias de operação, a primeira carga do terminal do Porto do Açu foi fornecida pelo navio gaseiro Kmarin Emerald, da BP.

De acordo com a Gás Natural Açu, o GNL foi transferido para a FSRU BW Magna, parte integrante do ativo, que tem capacidade para regaseificar e movimentar até 21 milhões de metros cúbicos de gás dia.

“Concluímos mais uma etapa importante do projeto da GNA com muita eficiência… Estamos cada vez mais próximos da operação comercial de nossa primeira usina”, disse Bernardo Perseke o diretor-presidente da GNA.

Segundo a BP, a operação com gás natural é “um marco” para a transição energética do Brasil. O presidente da petroleira no Brasil, Mario Lindenhayn, acredita ainda que o gás desempenha papel nas metas ambientais da companhia.

“Temos a ambição de ser uma empresa neutra em carbono até 2050, e o gás faz parte deste processo. A chegada do primeiro carregamento de GNL é um marco para o andamento do projeto que trará ainda mais investimentos e diversidade ao portfólio energético brasileiro”, afirmou.

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Flavia Marinho
Engenheira de Produção pós graduada em Engenharia Elétrica e Automação. Experiente na indústria de construção naval onshore e offshore. Entre em contato para sugestão de pauta, divulgação de vagas de emprego ou proposta de publicidade em nosso portal.