Por cerca de R$ 10 mil, a Kasinski Comet 250 usada entrega motor V-Twin, visual esportivo e ronco único entre as 250 cc. Veja se esta esportiva acessível vale a pena.
No universo das motos esportivas de entrada no Brasil, uma máquina que marcou época e ainda hoje conquista olhares e continua sendo uma das mais curiosas “joias escondidas” do mercado de usadas. Estamos falando da Kasinski Comet 250, uma moto que, mesmo fora de linha, permanece viva na memória de quem valoriza presença, esportividade e sensação de pilotagem acima das fichas técnicas tradicionais.
E o mais surpreendente? Hoje ela pode ser encontrada por cerca de R$ 10 mil, tornando-se uma das poucas esportivas com dois cilindros, visual agressivo e pegada de média cilindrada dentro do orçamento de motos urbanas populares.
Para quem sempre sonhou com uma esportiva mas achava o preço das japonesas proibitivo, a Comet 250 abre uma porta real para entrar nesse mundo com estilo, personalidade e um ronco que nenhum monocilíndrico consegue entregar.
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Por que a Comet 250 é diferente das outras “250”
Enquanto a maioria das motos 250 no Brasil segue a fórmula simples — monocilíndrico, foco urbano, eficiência máxima, a Kasinski comemorou o oposto: estética de superesportiva, construção encorpada, ergonomia agressiva e motor bicilíndrico em V que entrega uma experiência única na categoria.
Ela sempre foi uma moto de estilo e presença — para quem gosta de pilotar e ser visto.
Principais diferenças que fizeram dela um modelo culto entre fãs:
- Visual de moto maior, com carenagens volumosas
- Motor V-Twin, raro nessa cilindrada
- Painel completo e cockpit esportivo
- Ergonomia inspirada em esportivas de media cilindrada
- Suspensões firmes e estabilidade em alta
A Comet não tenta ser a mais econômica nem a mais confortável, ela foi criada para entregar emoção.
Ficha técnica — Kasinski Comet 250 (versão carenada)
| Item | Especificação |
|---|---|
| Motor | 249,2 cc, V-Twin |
| Potência | ~24,5 cv a 10.000 rpm |
| Torque | 1,9 kgfm a 8.000 rpm |
| Câmbio | 5 marchas |
| Peso | aprox. 166 kg |
| Consumo | média entre 22 e 28 km/l |
| Arrefecimento | ar + óleo |
| Estilo | Esportiva carenada |
| Suspensão | Esportiva, mais rígida |
Ela não tem a proposta ultraprática de uma Fazer ou Twister.
Ela entrega outro tipo de prazer: pilotagem esportiva com alma.
Quanto custa hoje?
Unidades bem cuidadas são vistas na faixa de:
- R$ 9.000 a R$ 12.000
Em alguns casos raros, abaixo disso, mas com maior risco de desgaste ou dificuldade de peças.
E aqui vai a verdade: quem compra a Comet não está buscando “a moto mais barata possível”.
Quem compra essa moto quer uma esportiva de verdade dentro do orçamento.
Para quem a Comet 250 é ideal
A Comet é a moto certa para quem:
- quer entrar no mundo das esportivas sem gastar alto
- gosta de visual impactante e presença na rua
- busca ronco grave e pegada mais emocional
- aceita abrir mão de um pouco de conforto por esportividade
- valoriza exclusividade — foge do comum
Ela é a moto do entusiasta, não do burocrata.
Pontos positivos
- Motor bicilíndrico com personalidade
- Visual e presença de moto maior
- Estabilidade em estrada
- Satisfação emocional forte
- Preço hoje extremamente atrativo
Pontos de atenção
Justo ser claro: a Comet não é para qualquer perfil.
- Moto fora de linha — deve comprar bem cuidada
- Rede menor e procura por peças exige atenção
- Manutenção preventiva rigorosa vale a pena
- Peso maior, ergonomia esportiva — não é moto “conforto total”
Dica essencial: procure unidades revisadas, de entusiasta, com histórico claro. A Comet na mão certa é incrível. Na mão errada vira dor de cabeça, como qualquer esportiva usada.
Vale a pena?
Se o que você busca é uma moto racional, silenciosa e 100% urbana — vá de Fazer, Twister, XRE ou Lander.
Mas se o que você quer é emoção, estilo, ronco e sensação real de esportiva, a Kasinski Comet 250 entrega algo que nenhuma outra moto na faixa dos R$ 10 mil oferece.
E para muitos apaixonados por duas rodas,
isso vale cada centavo.


Falta de assunto mais interessante, fica ressuscitando ****..,.tenha dó.
A matéria errou **** nas configurações da moto. A potência é muito maior pois são dois cilindros. Já tive essa bomba coreana.
Kasinski, marca coreana, trazida aí Brasil pelo falecido dono da Cofap. Fez sucesso e cresceu rápido demais. Tive uma mirage 250, incomodou pouco, tive de mudar o chicote, algumas outras peças, mas rodou comigo de 2010 até 2025. Confortável econômica e boa de estrada, viajei bastante com ela, viagens longas. Vendi por conta de um investimento.