Petrobras amplia presença na China e elevará em 30% as exportações de petróleo


Início da operação da tancagem no Porto de Qingdao, o sexto maior do mundo, contribuirá para solidificar a presença da companhia no mercado chinês

Petrobras informou em 28 de junho, que inaugurou no dia 26, uma tancagem de óleo cru no Porto de Qingdao, na província chinesa Shandong, como parte do movimento para desenvolver novos mercados e adicionar valor à exportação do petróleo do pré-sal, que deve duplicar a produção da empresa nos próximos anos.

A escolha do local é estratégica: a China é responsável por 75% do volume de óleo cru que a companhia exporta, dos quais 38% têm como destino refinadores independentes de Shandong e regiões adjacentes. A Petrobras busca, por meio dessa iniciativa, solidificar sua presença no promissor mercado chinês, em mais um passo na jornada para diversificação e capilarização de suas vendas de petróleo.

O desenvolvimento de novos mercados para o petróleo do pré-sal é condição essencial para a Petrobras, frente a um cenário de aumento das exportações que indica volumes acima de 800 mil barris por dia para os próximos anos. O desafio é grande, sendo necessária uma permanente atuação comercial na busca de novos mercados e clientes para os petróleos da Petrobras, possibilitando adição de valor e uma efetiva monetização de nossas reservas”, disse a diretora executiva de Refino e Gás Natural da Petrobras, Anelise Quintão Lara, na cerimônia de primeira carga nos tanques no Porto de Qingdao. No primeiro semestre de 2019, a média de exportação de óleo cru da companhia foi de 600 mil barris por dia.

Estiveram presentes no evento o gerente executivo de Marketing e Comercialização, Cláudio Rogério Linassi Mastella, autoridades do governo da Província de Shandong, líderes do porto de Qingdao e representantes de 37 refinarias independentes.

Sobre o mercado chinês

Até o final de 2014, somente as companhias estatais chinesas tinham autorização para importar petróleo. Os refinadores independentes privados, que representam cerca de 25% do parque de refino chinês e movimentam três milhões barris por dia, estavam autorizados a processar apenas petróleo doméstico.

O cenário mudou quando aconteceu um marco na indústria de óleo e gás na China: o governo chinês deu início em 2015 a um programa para quebrar o monopólio de importação de petróleo das estatais e aumentar a competição no setor, concedendo gradualmente quotas de importação aos refinadores independentes, possibilitando que essas refinarias também tivessem acesso a óleos importados.

No esforço para ampliar a atuação em território chinês, a Petrobras consolida, desde a abertura do mercado, um portfólio de 19 refinadores independentes para venda de correntes de óleos médios, provenientes dos campos do pré-sal. Com maior competitividade neste mercado, a companhia pretende aumentar ainda mais sua base de clientes e com isso capturar o melhor valor para seus petróleos no mercado internacional.

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