Com as inspeções da Marinha do Brasil e os testes de inclinação executados com sucesso desde a última quarta-feira(11), o FPSO da Petrobras deixa o EJA rumo ao pré-sal da Bacia de Santos
A Petrobras gastou cerca de R$ 10,66 bilhões para a construção do FPSO P-68 no Estaleiro Jurong Aracruz, no Espirito Santo. Com excelência e obras dentro do cronograma previsto, a unidade finalmente deixou o EJA hoje (16) por volta das 6:00 rumo ao pré-sal da Bacia de Santos, onde o mesmo vai produzir no campo de Berbigão e Sururu.
De acordo com a ANP ( Agência Nacional de Petróleo) serão perfurados 1,2 mil poços de petróleo até 2023, e apesar deste ser o último pedido da Petrobras em 2019, ainda haverá outras unidades encomendadas para os próximos anos.
O FPSO tem capacidade de processamento diário de 150 mil barris de óleo e de seis milhões de metros cúbicos de gás, pode estocar até 1,6 milhão de barris de óleo e atuará em profundidade d’água de 2,2 mil metros.
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O primeiro óleo está previsto para ainda para 2019, se os testes forem bem sucedidos.
Os campos de Berbigão e Sururu, bem como Oeste de Atapu, foram delimitados na antiga área de Iara (bloco BM-S-11A). A Petrobras opera com 42,5%, ao lado de Shell (25%), Total (22,5%) e Petrogal (10%).
A próxima obra que o EJA executará em 2020
O FPSO P-71 que está em construção na China, virá para o Brasil em 2020 para que o EJA faça a integração dos módulos ao casco da unidade. Apesar do naufrágio destes dois módulos de geração de energia (M-15 e M-16), a cerca de 120 km da costa de Itajaí – SC, a Petrobras em nota disse na época que está se esforçando ao máximo para que não haja atrasos no cronograma de produção estabelecido.
