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Petrobras prevê 1º óleo dos campos de Berbigão/Sururu no 4º trimestre

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Escrito por Paulo Nogueira Publicado em 04/09/2019 às 01:00 Atualizado em 03/09/2019 às 19:45

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Petrobras
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Petrobras informa que 11 plataformas entrarão em operação nos próximos anos, sendo que cinco estão em contratação ou planejamento.

A previsão da Petrobras para a extração do primeiro óleo dos campos de Berbigão/Sururu, no pré-sal da bacia de Santos, será  no 4º trimestre deste ano, com perspectivas de ficar 25 anos em produção. Segundo a estatal, a apresentação para investidores obrigou a empresa a divulgar a produção de agosto, após afirmar que as divulgações passariam a ser trimestrais. No mês passado, a Petrobras teve produção recorde de 3 milhões de barris diários de óleo equivalente (petróleo mais gás).

A apresentação para investidores foi feita nesta terça-feira, 03 de setembro, pela Petrobras e publicada na Comissão de Valores Imobiliários (CVM). Segundo a petroleira foram investidos no projeto cerca de US$ 2,6 bilhões.

De acordo com a estatal a empresa levou 26 anos para produzir 1 bilhão de barris de petróleo a partir da produção em terra e águas rasas, e 15 anos para atingir o mesmo volume em águas profundas, segmento no qual se especializou até atingir a camada pré-sal, que chegou ao 1 bilhão de barris em apenas oito anos.

Na apresentação, a Petrobras informa que 11 plataformas entrarão em operação nos próximos anos, sendo que cinco estão em contratação ou planejamento (Marlim 1 e 2, Seap, Parque das Baleias e Itapu).

Este ano, a Petrobras instalou a P-68, no campo de Berbigão, que ainda não está em operação, e no ano que vem planeja a entrada da P-70, no campo de Atapu. As restantes serão instaladas a partir de 2021, segundo a companhia.

FPSO que irá atuar no local será a P-68, que tem capacidade de processamento diário de 150 mil barris de óleo e de seis milhões de metros cúbicos de gás, pode estocar até 1,6 milhão de barris de óleo e atuará em profundidade d’água de 2,2 mil metros.

Os campos de Berbigão e Sururu, bem como Oeste de Atapu, foram delimitados na antiga área de Iara (bloco BM-S-11A). A Petrobras opera com 42,5%, ao lado de Shell (25%), Total (22,5%) e Petrogal (10%).

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Paulo Nogueira

Técnico em Elétrica desde 2008, formado pelo Instituto Federal Fluminense (IFF), antigo CEFET, uma das mais tradicionais instituições de ensino técnico do Brasil. Atuou por diversos anos nas áreas de petróleo e gás offshore, energia e construção, experiência que hoje aplica na produção de conteúdo especializado sobre o setor energético. Com mais de 8 mil publicações em revistas e portais online, dedica-se à cobertura do mercado de trabalho, petróleo e gás, energia, economia, renováveis e empreendedorismo. Para dúvidas, sugestões ou correções, entre em contato pelo e-mail paulohsnogueira@gmail.com. Este canal não recebe currículos.

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