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NASA flagra tufão Jangmi com olho gigante girando no espaço, ventos de 130 km/h e nuvens enormes avançando sobre o Japão em imagens que impressionam pela força da tempestade

Escrito por Fabio Lucas Carvalho
Publicado em 07/06/2026 às 23:16
Atualizado em 07/06/2026 às 23:23
NASA registra tufão Jangmi com olho gigante, ventos de até 130 km/h e chuva intensa em partes do Japão.
NASA registra tufão Jangmi com olho gigante, ventos de até 130 km/h e chuva intensa em partes do Japão.
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Imagens noturnas de satélites registraram o tufão Jangmi com um olho maior que a média enquanto o sistema avançava lentamente pelo Mar das Filipinas, provocando chuva intensa no Japão e mantendo alertas para Okinawa, Amami e áreas da costa do Pacífico.

A NASA registrou o tufão Jangmi com um olho gigante visível do espaço enquanto a tempestade avançava lentamente pelo Mar das Filipinas, rumo ao sul do Japão, entre o fim de maio e o início de junho de 2026.

Olho gigante apareceu em imagem noturna da NASA

A imagem foi capturada em 30 de maio, por volta de 16h40 UTC, pelo instrumento VIIRS, a bordo do satélite Suomi NPP. No Japão, o registro correspondia a 1h40 de 31 de maio.

Naquele momento, o Centro Conjunto de Alerta de Tufões indicava ventos sustentados de 120 quilômetros por hora, em média de 1 minuto. A velocidade era comparável à de um furacão categoria 1 na escala Saffir-Simpson.

A imagem mostrou com nitidez o olho da tempestade e a parede ao redor dele. Scott Braun, meteorologista pesquisador do Centro de Voos Espaciais Goddard da NASA, avaliou que o olho era maior que a média de muitos ciclones tropicais.

Braun também identificou sinais de rotação em baixas altitudes no lado leste do olho. Essas estruturas, conhecidas como mesociclones, apareciam sob nuvens mais altas e foram descritas como características normais em tempestades como Jangmi.

Tufão ganhou força perto de Okinawa

Uma segunda imagem, capturada em 31 de maio pelo VIIRS no satélite NOAA-20, mostrou o tufão mais intenso. O registro ocorreu novamente por volta de 16h40 UTC, equivalente a 1h40 de 1º de junho no Japão.

Nessa fase, os ventos sustentados haviam subido para 130 quilômetros por hora. O centro da tempestade permanecia ao sul de Okinawa, mas faixas externas de nuvens já alcançavam partes do Japão.

As previsões indicavam passagem perto de Okinawa antes do avanço para nordeste, em direção a Amami, entre 1º e 2 de junho. A tempestade também deveria manter chuva significativa, principalmente na costa do Pacífico japonês.

O que mais chamou sua atenção nas imagens do tufão Jangmi vistas do espaço: o tamanho do olho, a força dos ventos, o risco de chuvas intensas no Japão ou a capacidade dos satélites de registrar detalhes tão precisos durante a noite?

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Fabio Lucas Carvalho

Jornalista especializado em uma ampla variedade de temas, como carros, tecnologia, política, indústria naval, geopolítica, energia renovável e economia. Atuo desde 2015 com publicações de destaque em grandes portais de notícias. Minha formação em Gestão em Tecnologia da Informação pela Faculdade de Petrolina (Facape) agrega uma perspectiva técnica única às minhas análises e reportagens. Com mais de 10 mil artigos publicados em veículos de renome, busco sempre trazer informações detalhadas e percepções relevantes para o leitor.

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