Análise financeira dos contratos de afretamento da Petrobras e adequação de custos com foco no pré-sal
Em Abril deste ano, a Petrobras informou que renegociaria alguns contratos a fins de adequar o orçamento em função da pandemia, com foco em FPSOs, PLSVs, navios-sonda, Floatels e embarcações de apoio.
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Eis o motivo: até meado de maio, os mais de 1000 contratos de afretamento totalizavam certa de US$ 110 bilhões, mais parcelas de R$ 33 bilhões, € 731 milhões e Kr 297 milhões (coroas norueguesas); e mesmo a maioria sendo de embarcações de apoio, o maior peso na carteira vem das plataformas: somam cerca de US$ 63 bilhões. O mais caro deles é da FPSO Campos dos Goytacazes, na casa dos US$ 5 bilhões.
Abaixo, mais dados financeiros do cenário de contratos Petrobras
- Sondas: 47 contratos – US$ 30,5 bilhões + R$ 14 bilhões + € 715 milhões;
- Embarcações de Apoio: 709 contratos – US$ 14 bilhões + R$ 17 bilhões+ € 17 milhões + Kr 297 milhões, destes US$ 5 bilhões + R$2 bilhões são contratos com PLSVs e US$ 718 milhões com o gaseiro Golar Winter;
- Floatels (UMSs): 4 contratos – US$ 381 milhões;
- Aeronaves – 214 contratos – US$ 742 milhões + R$ 2,1 bilhões.
Apesar da pandemia, tudo parece estar dando certo no upstream, contando com a resiliência das fretadoras e foco nas atividades do pré-sal.
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A Petrobras vendeu ontem, 24 de julho, em leilão três plataformas de petróleo fora de operação para o mesmo comprador pelo valor total de 1,45 milhão de dólares: P-15, P-12 e P-7. Mais detalhes técnicos sobre esta transação é possível conferir aqui.

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