Luciano Hang diz que voltou à região de Juiz de Fora depois da tragédia do fim de fevereiro para ver de perto a situação, acompanhar o destino das doações e direcionar a ajuda a quem mais precisa, com apoio de entidades locais.
Luciano Hang revela a intenção de acompanhar em loco como o dinheiro será distribuído e afirma que levou R$ 1 milhão para a região, repetindo um modelo de auxílio que ele diz ter aplicado no Sul: visitar as áreas atingidas, ouvir histórias e entregar recursos de forma imediata.
Ele também afirma que a região é acidentada e que, quando cai muita água, o cenário costuma piorar com inundação e deslizamento. Cerca de 15 a 20 dias após o ocorrido, ele relata que decidiu ir até as áreas atingidas para entender o que ficou depois que as águas baixaram e onde a necessidade aparece com mais força.
Luciano Hang inicia a ajuda por colaboradores atingidos
Luciano Hang afirma que o primeiro foco foi ajudar colaboradores da própria rede na região. Ele cita sete colaboradores que perderam a casa ou perderam tudo dentro de casa e diz que entregou um cartão de R$ 2.000 para compras imediatas.
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Além disso, Luciano Hang afirma que doou R$ 15.000 para cada um desses colaboradores, em dinheiro depositado em conta, com a ideia de dar um primeiro impulso para “arrumar a vida” e retomar o básico.
Cartões de R$ 2.000 e apoio imediato para recomeçar
Durante as entregas, Luciano Hang reforça que o cartão de R$ 2.000 seria para necessidades urgentes, como roupas, itens de cama e banho e compras essenciais.
Ele destaca o impacto emocional da ajuda e diz que ver a reação de quem recebe mostra o tamanho do que significa reconstruir quando a pessoa perdeu tudo.
Em diferentes momentos, Luciano Hang insiste numa lógica: dar um pouco para muitos, em vez de concentrar valores altos em poucas pessoas. Ele afirma que essa estratégia aumenta o alcance e permite apoiar mais famílias.
Doações com entidades e foco em famílias desabrigadas
Luciano Hang relata que passou a atuar junto com Rotary, Lions e Aliança Evangélica para visitar bairros atingidos em Juiz de Fora e também acompanhar ações em outras cidades da região, como Ubá e Matias Barbosa.
Ele afirma que, com apoio dessas entidades, destinou R$ 10.000 para famílias cadastradas e distribuiu cartões de R$ 2.000 para compras imediatas, reforçando que o dinheiro sozinho não resolve tudo, mas devolve esperança quando a pessoa está sem saída.
Relatos de perdas e bairros interditados após o deslizamento
Nos encontros com moradores, aparecem relatos de casas interditadas, ruas que cederam e encostas que desabaram, além de pessoas que dizem não conseguir voltar para buscar pertences.
Luciano Hang menciona que a tragédia envolveu dezenas de mortes e cita casos de famílias que perderam vários parentes.
Em meio aos relatos, ele insiste que o problema não termina quando a água baixa, porque é depois disso que começa a fase mais dura: onde morar, como recuperar móveis, como lidar com interdições e como retomar a rotina.
Apelo por mais ajuda e cobrança por mobilização local
Luciano Hang faz um chamado para empresários e moradores com condições de ajudar, dizendo que a região ainda precisa de apoio mesmo quando a atenção diminui.
Ele argumenta que entidades locais têm conhecimento para direcionar recursos e que a soma de pequenas ajudas pode fazer diferença.
Ele também reforça que doar tempo e trabalho é valioso, citando exemplos de pessoas que ajudaram em outras tragédias e depois foram atingidas, defendendo que solidariedade precisa circular para sustentar a reconstrução.
Conteúdo com base em vídeo do canal Luciano Hang Oficial, em que Luciano Hang visita Juiz de Fora e cidades da região após a tragédia do fim de fevereiro para acompanhar doações e apoiar famílias atingidas.
Você acha que ações como a de Luciano Hang, com cartão imediato e doação direta, funcionam melhor do que esperar apenas o poder público, ou o ideal seria outro modelo de ajuda?

