Projeto piloto a ser implantado em Sergipe pode ser replicado em outros estados e focará em combustíveis de navios
Sergipe continua como o centro das atenções em relação à investimentos, depois da intenção de alguns municípios implantarem um complexo portuário no estado, agora chegou a vez do grupo brasileiro Noxis Energy divulgar a intenção de fazer uma refinaria de US$ 450 milhões na região.
A intenção da empresa, divulgada pelo jornal “O Estado de S. Paulo”, nesta sexta-feira (23/08, é implantar mini refinarias de bunker (combustível usado nos navios) com teor reduzido de enxofre para exportação, aproveitando a demanda por este tipo de combustível, já que seu uso será obrigatório a partir de janeiro do próximo ano.
-
Trabalhadores reformavam um playground no norte da Inglaterra quando encontraram 176 bombas da Segunda Guerra Mundial enterradas sob o solo; artefatos ainda tinham carga
-
Enquanto pneus usados, garrafas, latinhas e até papelão seriam descartados como lixo comum, esse arquiteto transforma há 40 anos resíduos em casas sustentáveis inspiradas nas Earthships, com energia solar, água da chuva reaproveitada, esgoto tratado no próprio terreno e produção de alimentos dentro da moradia
-
Segurança que fazia rondas em hospital da Louisiana virou médico no mesmo prédio onde trabalhava, estudava química entre um turno e outro e voltou de jaleco branco para atender pacientes
-
Robô de dois braços começa a remontar afrescos destruídos de Pompeia como um quebra-cabeça impossível, usando IA para reconhecer cores, padrões e fragmentos antigos que humanos levariam anos para encaixar
A Noxis Energy declarou que em caso de sucesso do projeto a ser implantado em Sergipe, a ideia da empresa é usar o mesmo modelo de refinaria nos estados do Maranhão, Espírito Santo e Amapá.
a Noxis informou que suas plantas estão sendo projetadas com tecnologia de ponta em áreas costeiras para receber a matéria prima e realizar o escoamento dos produtos destinados aos mercados interno e externo.
Segundo o planejamento que a Noxis preparou inicialmente, a intenção é que a refinaria tenha capacidade de processar 25 mil barris por dia de petróleo importado, sendo a produção dividida em: bunker (50%) diesel (40%) gasolina (10%).
O planejamento da empresa é balizado em levantamentos que indicam o crescimento, da demanda brasileira por diesel e gasolina, de 2% até 2032 e que será gerado um déficits desses combustíveis no país de 225 mil b/d e 251 mil b/d, respectivamente.
Petrobras anunciou que será iniciado um processo de divulgação para a venda integral de oito refinarias e logística associada.
A Raízen é apontada como a principal interessada na compra das refinarias da Petrobras. A empresa é um joint venture dos grupos Cosan e Shell.
Atualmente, a Raízen é a segunda maior distribuidora de combustíveis do Brasil, ficando atrás apenas da BR Distribuidora, da Petrobras. No Brasil, a empresa ainda não atua no setor de refino.
