Cassius, crocodilo de água salgada e maior crocodilo em cativeiro do planeta, morreu em Green Island, perto de Cairns, em Queensland, após semanas de saúde frágil, encerrando um recorde mundial reconhecido.
Cassius, o maior crocodilo em cativeiro do mundo, morreu na Austrália, em Green Island, perto de Cairns, no estado de Queensland. O crocodilo media 5,48 metros, pesava mais de uma tonelada e tinha idade estimada acima de 110 anos.
O santuário Marineland Melanesia Crocodile Habitat informou que o crocodilo apresentava problemas de saúde desde 15 de outubro e morreu no sábado, encerrando uma era recordista que atravessou décadas e marcou a história da vida selvagem em cativeiro.
Onde aconteceu e quem era Cassius

A morte do crocodilo foi comunicada pelo Marineland Melanesia Crocodile Habitat, um santuário de vida selvagem localizado em Green Island, nas proximidades de Cairns, em Queensland, na Austrália.
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Foi ali que Cassius viveu por décadas, tornando-se uma atração emblemática e um símbolo do próprio local.
Cassius era um crocodilo australiano de água salgada e carregava o título de maior crocodilo em cativeiro do mundo.
O animal media 5,48 metros e pesava mais de uma tonelada, dimensões que sustentaram o reconhecimento internacional de seu recorde.
A linha do tempo: saúde frágil, comunicado e despedida

O santuário informou que o crocodilo vinha enfrentando problemas de saúde desde 15 de outubro.
A piora se estendeu por semanas, até o anúncio de que Cassius morreu no sábado.
Na mensagem publicada pela organização, o tom foi de despedida e de memória afetiva.
O santuário afirmou que Cassius fará muita falta e que o amor e as lembranças do crocodilo permanecerão.
Também foi ressaltado que o animal era muito velho e que se acreditava que vivia além da expectativa de vida de um crocodilo selvagem.
Recorde mundial: por que esse crocodilo era único
Cassius detinha o título do Guinness World Records como o maior crocodilo em cativeiro do mundo.
Esse status reforçou o papel do animal como um marco global entre espécimes mantidos sob cuidados humanos, especialmente por combinar tamanho extremo e longevidade incomum.
O contexto do recorde também envolve uma comparação histórica.
Cassius consolidou o título após a morte, em 2013, do crocodilo filipino Lolong, que media 6,17 metros, segundo o Guinness.
Com a saída de cena de Lolong, Cassius passou a representar o auge do gigantismo em cativeiro reconhecido oficialmente.
Desde 1987 no santuário: como Cassius chegou a Queensland
O site do grupo informa que Cassius vivia no santuário desde 1987.
O crocodilo foi transportado do vizinho Território do Norte para Green Island, onde permaneceu por décadas.
A origem no Território do Norte não é um detalhe trivial.
A região é conhecida por ter crocodilos como parte importante de sua indústria turística, o que ajuda a explicar por que a trajetória do crocodilo se conectou a atividades de visitação e educação ambiental ao longo dos anos.
O que muda sem Cassius: fim de uma era recordista
A morte do crocodilo encerra um capítulo singular da vida selvagem mundial em cativeiro: um animal com mais de 110 anos, 5,48 metros e mais de uma tonelada, mantido no mesmo santuário desde 1987 e reconhecido pelo Guinness.
Para o turismo de natureza local, Cassius era mais que um residente: era um ícone.
Sem Cassius, o santuário perde sua figura mais famosa e o mundo se despede de um crocodilo que virou referência global de tamanho e longevidade, atravessando gerações e permanecendo como símbolo de uma era de recordes.
Qual lembrança ou curiosidade sobre um crocodilo gigante como Cassius mais te impressiona: a idade estimada acima de 110 anos ou o tamanho de 5,48 metros?

Condolências a família
O que me impressiona é o tamanho dele. Imagino a mordida desse ****, a força que tinha.
É um comentário mais baitolinha que o outro.