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Geração Distribuída do Brasil passa a ser certificada pelo Programa Brasileiro de Energia Renovável

14 de março de 2022 às 16:13
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Representantes da Associação Brasileira de Geração Distribuída. Da esquerda para a direita Guilherme Crispim, Fernando Torres e Carlos Café
Representantes da Associação Brasileira de Geração Distribuída. Da esquerda para a direita: Guilherme Crispim, Fernando Torres e Carlos Café

Durante o 12º Fórum de Geração Distribuída, região sudeste, realizado na capital paulista, na quinta-feira (10), pelo Grupo FRG, os representantes da Associação Brasileira de Geração Distribuída (ABGD) e do Instituto Totum, assinaram um termo que inclui a geração distribuída de energia fotovoltaica, no Programa Brasileiro de Energia Renovável.

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O Instituto Totum é o Certificador acreditado pela Secretaria de Previdência Social (SPREV), que emite certificado de energia renovável, o I-RECs. Os títulos garantem o rastreamento de atributos ambientais de energia facilitando a contabilidade confiável de carbono, para Escopo 2, compatível com padrões internacionais. E representa mais um passo na consolidação da energia fotovoltaica no Brasil.

Conforme o diretor do Instituto Totum, Fernando Lopes, o programa de certificação existe há 10 anos é dá garantia de origem da energia produzida e comercializada. “A partir de agora a GD, que é a geração descentralizada, passa a ser um componente importante dentro do programa”, avaliou Lopes.

Para o presidente da Associação Brasileira de Geração Distribuída (ABGD), Guilherme Crispim, a certificação trará mais competitividade para as empresas e as indústrias do segmento. “Sem dúvida é uma oportunidade a mais ter uma certificação. O Instituto Totum é a única instituição no Brasil, hoje, que tem essa permissão. Isso também valida muito a nossa relação de parceria, pois com isso podemos ofertar aos nossos associados e para o mercado essa possibilidade de certificação”, declarou Crispim.

O presidente adiantou ainda que existem outros projetos em parceria com o Instituto Totum. “Estamos trabalhando em conjunto com os certificados do integrador e instalador. É uma parceria de muitas outras ações”, adiantou o dirigente da ABGD.

Para o vice-presidente da Associação Brasileira de Geração Distribuída (ABGD), Carlos Café, o certificado de energia renovável dará estabilidade e valor agregado a todo quilowatt hora produzido no sistema.

“Poderemos comercializar esses créditos dando o devido valor ambiental e energético. Criar ferramentas como “blockchain” e moedas virtuais. Enfim, existem várias possibilidades de trazer esses certificados renováveis para o mercado, garantindo que aquela energia realmente é limpa e está sendo produzida por uma unidade renovável”, finalizou Carlos Café.

Fonte Cortesia: 220 Assessoria de Imprensa

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