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Fim da era dos combustíveis fósseis? Multinacionais offshore criam parceria para construção de parque de energia eólica com capacidade de 1 GW

22 de junho de 2022 às 12:20
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Multinacionais offshore criam parceria para construção de parque de energia eólica com capacidade de 1 GW - Canva
Empresas são gregas e belgas – Canva

A empresa Parkwind informou, durante esta quarta-feira, 22 de junho, que fechou uma parceria com a Intrakat, com sede na Grécia, para o fornecimento de usinas de energia eólica offshore. Ao todo, de acordo com membros das instituições, é estimado que a produção energética seja de ao menos 1 GW quando somada a mais 4 usinas já construídas na Alemanha. 

Ainda nesta quarta-feira, 22 de junho, a Grécia afirmou que estaria investindo mais de 1,5 bilhões de euros para a transição energética no país para uso de energia eólica e solar. Uma grande parte do valor investido seria destinado para as empresas, a juros mais em conta, que tinham interesse em diminuir a dependência existente sobre o uso de combustíveis fósseis. Assim sendo, a Intrakat deverá  receber estes incentivos para finalizar a sua parceria com a gigante offshore belga, Parkwind. 

O Grupo Intrakat é referência em escala internacional ao entregar produtos de pronta, a instituição realiza projetos públicos e até mesmo a concessão de PPPs.  Desde o ano de 2021, estão reforçando o seu comprometimento ambiental para conseguir cumprir as metas desejadas até o ano de 2030.  Para tal, a instituição afirma que já tem, em andamento, ao menos 9 licenças em andamento para novas construções. Parcerias em escala mundial farão com que os projetos consigam sair do papel rapidamente.

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Parceria estratégica entre Intrakat  e Parkwind na produção de energia eólica impacta setor mundial, inclusive o Brasil. Será o fim da era dos combustíveis fósseis?

Tradução: A Intrakat da #Greece| e a Parkwind da #Belgium| assinaram um acordo para desenvolver conjuntamente a energia eólica offshore na Grécia.

A energia eólica vem sendo uma alternativa utilizada por muitas empresas com intuito de diminuir a quantidade de dióxido de carbono no meio ambiente, outras alternativas bastante comuns utilizadas na indústria, é a produção de energia solar e a baseada no uso de hidrogênio. O hidrogênio vem se popularizando tanto que empresas voltadas para a aviação já anunciaram nesta semana que pretendem investir em motores que irão colocar à proa a necessidade do uso do biodiesel. O biodiesel tem sua produção cada vez mais cara e ir em busca de uma alternativa para substituir é uma necessidade a curto e longo prazo. 

Petros Souretis, CEO da Intrakat e Loukas Lazarakis, CEO da Inkat Energy, disseram: “Como parte da estratégia de crescimento e investimento do Grupo Intrakat em energia renovável, estamos entrando em uma parceria estratégica importante e extremamente dinâmica, acredito, com a Parkwind, uma empresa inovadora com uma posição de liderança no campo de parques eólicos offshore. A Grécia, nos próximos anos, desenvolverá este categoria de parques eólicos, com benefícios óbvios e múltiplos, em grande escala. Com o know-how e a experiência da Intrakat e da Parkwind, aspiramos nos tornar líderes neste campo.”

Com quatro parques eólicos sob gerenciamento operacional no Mar do Norte belga e um quinto sendo atualmente instalados, a Parkwind  contará com mais de 1 GW de capacidade de energia eólica em ‘offshore’. 

Tradução: INKAT: 1) Assina acordo para desenvolver energia eólica offshore na Grécia com a Parkwind 2) A Intrakat Energy concorda com um investidor estratégico (BC Partners) para adquirir uma participação majoritária na empresa.

Crise energética faz esta transição necessária.

Países estão “correndo” para realizar a transição energética com base em combustíveis fósseis e carvão, que teve alta de 105% em um ano, para o hidrogênio, energia eólica e solar. Outro exemplo, além das multinacionais e offshore belgas e gregas, é ́a Índia, que revelou nesta semana, por intermédio de um relatório, que precisa de um investimento de US$ 223 bilhões para diminuir sua dependência do carvão em mais da metade. O Brasil incentiva a sua população a fazer o mesmo ao não cobrar ICMS sobre o que é produzido até 2023.

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